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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Nos próximos seis anos número de carros elétricos na Europa será superior à 9 milhões


Até 2025, espera-se que a frota de carros elétricos (EV, sigla em inglês) a circular atinja novos máximos. Atualmente, existem 1.5 milhões de EV nas estradas europeias e nos próximos seis anos, antecipa-se que este tipo de carro ultrapasse os 9 milhões. “Vamos ver muito crescimento nos próximos anos”.

A garantia é dada pelo CEO da ChargePoint em conversa com o Jornal Econômico, esta terça-feira, na Web Summit. A rede aberta de carregamento de veículos elétricos estabeleceu uma meta de instalar mais 2.5 milhões de carregadores no mercado norte-americano e europeu até 2025. 

“As nossas vendas são proporcionais aos carros vendidos”, explicou. “Apesar de hoje ainda estarmos numa fase inicial no rumo à revolução elétrica para 2025, já instalamos, desde o ano passado, mais de 100 mil postos de carregamento. O nosso objetivo está na mira”, assegurou Pasquale Romano. Um mercado que está em destaque para a empresa norte-americana é o português. 

Romano informa que o crescimento nas vendas de carros elétricos em Portugal tem sido “notória” e aplaude aos consumidores por apostarem na transição energética. 

“Aqui em Portugal os carros elétricos representam cerca de 3% do mercado e isso não é mau de todo. Atualmente, Portugal ocupa o quinto lugar dos países europeus com maior circulação de carros elétricos e nos próximos anos a frota deverá aumenta”, afirma o CEO salientando que, apesar de já haver uma oferta substancial no mercado, que ainda está longe de ser dominante. “Os consumidores não têm escolhas infinitas atualmente, mas as opções estão a mudar.

Nos próximos cinco anos a oferta de carros elétricos será mais variada em termos de estilo e preço. Serão cada vez mais acessíveis. Estaremos perto dos 10 milhões de carros elétricos a circular nas estradas, e isso será apenas na Europa”, esclarece.

Pasquale contraria ainda o argumento popular que o poder de mudança está nas mãos dos consumidores. “As pessoas não são o fator de eliminação. Os consumidores estão dispostos a mudar. O problema é a disponibilidade de modelos”, explica. “Se tivermos um carro ‘verde’ à venda pelo preço e modelo certo, os consumidores fazem a aposta no veículo”, garante Pasquale, descartando também a ideia que a geração millenial são os principais consumidores.

 “A minha geração está disposta a mudar. Os meus pais têm entre 70 e 80 anos e conduzem o meu Tesla sempre que me vêm visitar. E porque não haveriam de conduzir? É mais barato, é silencioso e melhora a qualidade do ar”, enumera. “Acho que não há dúvidas sobre a disposição do público em adotar novas maneiras de viver”.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal Econômico conteúdo

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