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sábado, 5 de outubro de 2019

O mundo está surfando na onda elétrica


A onda é elétrica e o mundo está surfando nela. Então, por que o Brasil ficaria de fora? De acordo com um estudo da Boston Consulting Group (BCG), o país irá “dropar” em 2030 com nada menos que 5% da frota nacional, movida apenas por energia. A previsão é de vendas anuais em torno de 180 mil carros.

Com base nesse estudo, a EDP Brasil (empresa de distribuição de energia elétrica) prevê um mercado de 2 milhões de veículos com uma rede de recarga de 400 mil pontos. A companhia já está passando a parafina com um plano de instalar 30 pontos de recarga elétrica até 2022, num investimento de R$ 32,9 milhões.

A ideia da EDP Brasil é cobrir o estado de São Paulo com eletropostos a cada 150 km nas principais rodovias da região, integrando ainda estradas federais que já estão eletrificadas, permitindo a rodagem sem emissão de CO2 de Vitória-ES até Joinville-SC.

O projeto da EDP Brasil é um dos 30 aprovados pela Aneel (agência federal que regula a distribuição de energia), que somam R$ 463,8 milhões, gastos até 2022. Este montante envolve empresas de diversos setores, incluindo VW, ABB, Siemens, Light, CPFL, entre outras, bem como instituições de ensino, no caso UFRJ e Universidade de Coimbra.

O grupo deve ampliar em muito a infraestrutura para recarga de carros elétricos no Brasil e a ideia é se antecipar à onda com a formação de uma rede de pontos de acesso à energia muito maior que a demanda. Em 2018, o Sindipeças divulgou pesquisa que registrava no país 11 mil veículos elétricos, apenas 0,25% da frota nacional.

Estima-se que atualmente sejam 15 mil, mas englobando naturalmente todas as formas de locomoção eletrificada. A EDP prevê que todos os setores investirão um total de R$ 33 bilhões até 2030, já que o consumo adicional é projetado em 11 TWh. Soluções alternativas como painéis solares e estações eólicas estão nos planos.

E o mercado, será que vai cair na água? Em 2014, o BMW i3 chegou custando mais de R$ 225 mil. Hoje, ele ainda está acima de R$ 200 mil, mas o elétrico mais barato é o iEV20 da JAC por R$ 119.990. Chevrolet, Nissan e Renault estão na disputa pelos consumidores desse tipo de veículo. Só a chinesa apresentou de cara cinco modelos de mesma proposta.

Já são muitas marcas interessadas em lançar carros elétricos no Brasil, desde propostas de baixo custo até o luxo. Tem de tudo, até picape elétrica. Na eletrificação geral, a Toyota já iniciou a produção de seu híbrido flex, o Corolla, que será seguido por outros, naturalmente. Diante de tudo isso, você também quer entrar nessa “vibe”?

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Publicado no Verdesobrerodas



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