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segunda-feira, 23 de setembro de 2019

VW faz parceria para desenvolver rede de carregamento para VEs em Sāo Paulo


A Volkswagen está trabalhando em parceria com cinco montadoras para criar um ecossistema de recarga de carros elétricos em São Paulo para 2021. O projeto está sendo feito em parceria com uma empresa de energia, mantida sob sigilo, e tem como grande foco um serviço de carros compartilhados na cidade.

O modelo seguido será o da VW de Berlim, chamado de WeShare. Nele, o consumidor pode optar por um Golf ou Up! elétricos, cobrindo uma área de 150 km². São mais de 70 pontos de recarga em lojas das marcas Lidl e Kaufland, que são redes varejistas. O custo para o cliente é de 19 centavos de euros por minuto.

Uma boa medida de que um programa sólido de compartilhamento de carros pode funcionar bem é o número de cadastrados na Alemanha. Em 2010, apenas 180 mil pessoas estavam aptas a usar o serviço. Hoje, são 2,46 milhões de usuários cadastrados.

No Brasil, assim como na Alemanha, parece que o e-Up! será o modelo escolhido para energizar o projeto. Durante a abertura do Salão de Frankfurt, na semana passada, o presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si, pareceu muito animado com o carro: “Adorei esse Up! elétrico. Me reuni com meu time e disse que precisamos deste carro no Brasil, mas que precisamos levantar ele’”.

O levantar a que di Si se refere é a altura em relação ao solo do carro. Como as baterias ficam embaixo e as ruas brasileiras não são lá as mais lisas do mundo, isso poderia gerar problema de conforto a bordo.

O e-Up! tem motor que elétrico que gera o equivalente a 83 cv. Sua autonomia varia de 180 a 260 km, com 16h de recarga em uma tomada caseira. Duas horas em uma de 40 watts.

Segundo o executivo, para um programa de carros elétricos funcionar no Brasil, o País precisará ter escala e um ecossistema minimamente preparado. “Foi assim como o celular, que era caro e escasso no início, e é assim com o carro elétrico. Mas ele vai se popularizar, é um caminho sem volta”.

Di Si, inclusive, foi mais longe, e disse que a América Latina precisa rapidamente criar um jeito de gerar energia para os carros com o etanol, pois senão iremos ficar com projetos presos na região por causa deste crescimento do elétrico. “Agora não há um risco sério, mas daqui a 15 anos não terá mais o que fazer se não investirmos no carro elétrico na América Latina em breve”.

A Toyota, grande rival mundial da Volkswagen, já está operando um serviço de programa de aluguel de carros, chamado de Mobility Services, no Brasil. Ele é mais simples, pois usa o Corolla híbrido, que não precisa de recarga, mas igualmente interessante.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal do Carro Estadão conteúdo

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