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sábado, 14 de setembro de 2019

Toyota Corolla chega à 12ª geração como o primeiro híbrido flex do mundo


Líder isolado do segmento de sedãs médios no Brasil, o Toyota Corolla chega à 12ª geração com uma maiúscula renovação. 

Nada tão revolucionário, porém uma evolução da espécie. Neste lançamento, a Toyota traduz algo como: “Está bom? Mas pode ficar melhor”.

Para começar, pela inédita tecnologia híbrida flex. É o primeiro híbrido produzido no Brasil em série. Indo mais longe, é o primeiro motor híbrido flex do mundo. Outro mérito: é o de preço mais acessível dessa categoria. E poderá, no futuro, ser oferecido em versões mais em conta, conforme haja demanda.

O conjunto híbrido, importado do Japão, traz três motores, sendo um flex a combustão e dois elétricos. É baseado no motor do Prius, porém com desenvolvimento para receber etanol. A unidade 1.8 VVT-i 16V gera 101 cv de potência quando abastecido com etanol e 98 cv com gasolina.

O torque é de 14,5 kgfm a 3.600 rpm. Esse propulsor trabalha em conjunto com os dois elétricos. Combinados, chegam a 123 cv. A transmissão é a CVT Hybrid Transaxle, que oferece o modo Eco, recurso que aproveita mais o torque dos motores elétricos.

No trecho de cidade avaliado pelo Autos, de A TARDE, o Corolla Altis Hybrid é totalmente silencioso e tem de rodar suave. Quando se exige um pouco mais, numa aceleração, é possível perceber a entrada em ação do motor a combustão, também de forma suave. 

Com o tempo nem se distinguem tanto as mudanças. O que faz a diferença mesmo é o consumo: pelas medições do Inmetro, o Corolla híbrido faz 16,3 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada com gasolina; com etanol roda 10,9/9,9 km/l. Ou seja, é mais eficiente nos circuitos urbanos.
Outro dado relevante é que o Corolla passa a ser o carro movido a etanol mais eficiente do Brasil, com 1,38 MJ/km – medição em megajoule por quilômetro. Esse número representa a quantidade de energia necessária para mover o carro por um quilômetro. Para se ter ideia, modelos 1.0 mais eficientes hoje fazem entre 1,45 e 1,55 MJ/km.

Por ser híbrido, o carro não requer horas de recarga das baterias na tomada, como ocorre com os elétricos. Esse Toyota, assim como o Prius, opera com o sistema de freios regenerativos, que acumula a energia cinética gerada pelas frenagens e a transforma em energia elétrica, alimentando a bateria híbrida. Isso garante maior autonomia ao modelo no modo elétrico, também contribuindo para economia de combustível.

Se o híbrido flex era esperado para ser o centro das atenções, a Toyota reservou outra carta na manga para este lançamento: o novo motor flex que equipa as demais versões. O 2.0 de quatro cilindros e 16 válvulas conta com novo sistema de injeção direta e indireta. 

Com alta taxa de compressão (13:1) e curso longo e novos pistões, o novo motor é 15% mais potente e 9% mais eficiente que o da geração anterior. Fabricado em Porto Feliz (SP), esse é o motor mais potente que já equipou um Corolla: 177 cv (etanol). O torque máximo é 21,4 kgfm a 4.400 rpm. A transmissão também é inédita: CVT Direct Shift de 10 marchas.
 
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Publicado no Verdesobrerodas



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