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domingo, 22 de setembro de 2019

Hyundai Nexo representa a segunda geração de veículos fuel cell


O Hyundai Nexo representa a segunda geração de veículos fuel cell, ou a pilha de combustível de hidrogênio, do construtor sul-coreano. E, de momento, parece não chegar para as encomendas.

Devido à limitação existente na maioria dos mercados no que toca a infraestruturas para este tipo de veículos, a Hyundai tinha planeado vender apenas 1500 Nexo durante 2019. 

Um número modesto, talvez em demasia — na Coreia do Sul apenas, as encomendas ascendem a 5500. Um volume inesperado para o construtor, que foi obrigado a cortar o número de Hyundai Nexo destinadas aos Estados Unidos da América e à Europa, para satisfazer a procura interna. O sucesso deve-se, em grande parte, ao programa de incentivos que de momento existem na Coreia do Sul para veículos a pilha de combustível de hidrogênio, pelo que a ordem é, por agora, satisfazer essa procura.

É o que diz o responsável pelo negócio dos veículos fuel cell da Hyundai, Dr. Sae-Hoon Kim em declarações à Autocar: “Temos de fazer o que faz mais sentido do ponto de vista do negócio, e com bons subsídios disponíveis na Coreia que podem ser retirados a qualquer altura, a decisão foi feita no sentido de satisfazer estas encomendas”. Outra consequência reside na decisão de aumentar também a produção de veículos a pilha de combustível de hidrogênio, onde se inclui o Nexo, para 40 mil unidades por ano.

Números ainda muito reduzidos, mesmo quando comparados com os dos elétricos a baterias, mas de acordo com Sae-Hoon Kim, aproxima este tipo de veículos cada vez mais da viabilidade comercial: “à volta das 200 mil unidades por ano conseguimos a escala para comprar os materiais que necessitamos a um custo que colocaria o automóvel a hidrogênio em paridade com o automóvel elétrico a baterias de hoje”, concluindo, “ao ritmo da procura atual, consigo ver isso a acontecer nos próximos cinco anos”.

O problema reside, sobretudo, na infraestrutura de abastecimento que é limitada ou inexistente, como acontece em Portugal. Razão pela qual não é comercializado cá.

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Publicado no Verdesobrerodas



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