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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Modelos plu-in ganham cada vez mais adeptos


As motorizações híbridas com possibilidade de carregamento externo da bateria ganham cada vez mais adeptos e a mais recente proposta da BMW “explica” porquê.

A autonomia em modo elétrico pode chegar aos 66 km e o consumo médio anunciado fica-se pelos 1,6 L/100 km… para a primeira centena de quilômetros. Ou seja, até que a bateria esgote a sua capacidade (12 kWh). 

O seu carregamento pode ser realizado nas tomadas domésticas e nos pontos na via pública, incluindo os carregadores rápidos. De referir que a capacidade de regeneração da energia produzida durante a travagem e desaceleração é agora maior, sem que alguma vez se note aquela desagradável sensação de que o carro vai parar quando retiramos o pé do acelerador.

Além da grande eficácia energética, que se traduz em importantes vantagens ambientais e econômicas, ao nível dos benefícios fiscais para as empresas, dos consumos e emissões (37g CO2/km), a unidade híbrida tem o mérito de assegurar capacidades dinâmicas em linha com aquilo que esperamos de um BMW. 

Na base do sistema está o bloco de quatro cilindros a gasolina de 2.0 litros (184 cv), associado a um motor elétrico (113 cv) instalado no interior da caixa de velocidades, o que resulta numa potência combinada de 252 cv. mas que na função Xtrasboost (disponível durante 10 segundos) pode chegar aos 292 cv, com um binário máximo de 430 Nm.

A vantagem desta “oferta” instantânea de potência adicional é evidente na aceleração de 0-100 km/h em apenas 5,9 segundos (a velocidade máxima anunciada é de 230 km/h) e, também, no facto de a 20 km/h a resposta ao acelerador ser duas vezes mais rápida.

O BMW 330e arranca sempre em modo elétrico cabendo ao condutor eleger em seguida o programa que melhor se adequa a cada situação. 

No modo Hybrid a combinação dos dois motores é feita de forma a assegurar uma gestão ótima dos fluxos de energia, com o motor elétrico a “manifestar-se” de forma discreta nos regimes baixos, para contribuir para a redução dos consumos, e nos regimes mais altos, para disponibilizar uma dose extra de potência. No modo Sport, com a função XstraBoost ativada, o 330e emite uma sonoridade rouca a lembrar um desportivo, capaz de entusiasmar ainda mais a condução.

Uma das funcionalidades mais relevantes prende-se com a possibilidade inibirmos a entrada em funcionamento do motor elétrico para reservarmos a energia disponível para ser utilizada na cidade, assegurando, assim, uma ainda maior eficácia energética. No modo 100% elétrico, que só se desliga ao atingirmos os 140 km/h, é criado uma ruido artificial como se de um motor de combustão se tratasse, para prevenir distrações dos peões incautos.

O novo BME 330e chega a Portugal em setembro na versão Sedan (a partir de 54 600€), enquanto a Touring estará disponível a parir do verão do próximo ano.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Revista Turbo conteúdo

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