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sábado, 8 de junho de 2019

Veículos eletrificados já são 6% das vendas na Europa


Nove em cada dez carros vendidos na União Europeia ainda são equipados com motores de combustão interna, gasolina ou diesel, sendo que a curto prazo estes veículos manter-se-ão dominantes. Segundo os dados da ACEA -Associação dos Construtores Europeus de Automóveis, venderam-se em 2018 na União Europeia 15 milhões de carros ligeiros de passageiros.

Diferenciando segundo o tipo de combustível/energia, os carros a gasolina representaram 57% das vendas, os diesel 36%, os veículos híbridos 4%, os veículos elétricos 2% e os veículos movidos a combustíveis alternativos (GPL/NGV/E85) 1%. Ou seja, 9 em 10 carros vendidos na União Europeia em 2018 foram equipados com motores de combustão interna, gasolina ou diesel.

Independentemente dos incentivos dos diferentes governos europeus à aquisição dos veículos elétricos, no curto prazo os veículos com motores de combustão interna (tradicionais ou híbridos) manter-se-ão dominantes.

A evolução do mercado dos veículos elétricos dependerá significativamente de vários fatores: o preço do petróleo, o custo da eletricidade, o preço das viaturas elétricas, a sua autonomia, a disponibilidade de meios para carregamento das baterias, a velocidade de carregamento, a aceitação pública deste tipo de mobilidade, a tipologia de veículos a serem colocados no mercado e as normas europeias sobre emissões de CO2.

A União Europeia, recentemente, aprovou novas normas que limitam as emissões de CO2 para os novos veículos de passageiros. Redução de 15% de emissões de CO2 até 2025 e 37,5% em 2030. Igualmente se impõe que a partir de 2025, 15% dos novos ligeiros de passageiros tenham emissões baixas ou nulas, pretendendo-se que após 2030 aquela quota suba para 35%.

A indústria automóvel: construtores e fornecedores, incluindo a cadeia de fornecedores portugueses, está comprometida com as metas de Paris para mitigar os efeitos das alterações climáticas, pretendendo cumpri-las fazendo uso de todo o seu conhecimento e inovação. Será, no entanto, um equívoco assumir que o aquecimento global seja causado, principalmente, pelos veículos automóveis, já que globalmente o transporte rodoviário é apenas responsável por cerca de 16% das emissões de CO2 feitas pelo homem.

Existem outros importantes contribuintes: fornecimento de energia (44%), indústria e construção (18%), utilização de combustível para outros fins (18%), transporte não rodoviário (4%). Todas as fontes de emissões de CO2, e não apenas os automóveis, deverão ser otimizadas para se conseguir reduzir o problema.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal das Oficinas  conteúdo

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