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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Sexto modelo elétrico EQ da Mercedes terá autonomia de 600 km


O sexto modelo elétrico da marca EQ da Mercedes-Benz, será um sedan do tamanho do E Class. Contará com dois motores que ultrapassarão os 400 cv e uma autonomia próxima dos 600 km.

Agendado para 2022, o EQE merece destaque - além de todas as suas características - por ter sido o último ato de Dieter Zetsche como CEO da Daimler e da Mercedes-Benz, já que é a sua assinatura que surge no final do projeto.
É um automóvel que terá como rival o Tesla Model S, pelo menos em termos de preço. Alguns detalhes são conhecidos porque o ministério chinês da Informação e Tecnologia tornou públicos documentos onde são revelados pontos do EQE, especificamente o seu nome de código: V295.

O EQE faz parte da ofensiva elétrica da Mercedes-Benz, que verá 10 novos modelos surgirem no mercado até 2025, sendo o primeiro deles o EQC. Este programa de desenvolvimento e lançamento destes 10 novos modelos sob a submarca EQ, custará aos cofres da Daimler algo como 10 bilhões de euros, sendo preciso somar ainda mais 20 bilhões de investimento no desenvolvimento da tecnologia das baterias. Não é surpresa que perante um custo superior a 30 bilhões de euros, a Mercedes-Benz queira vender um grande volume de modelos elétricos, já que mais de um quarto das vendas da marca alemã, a partir de 2025, serão de modelos elétricos.

O calendário da Mercedes-Benz EQ começou com o EQC, em 2020 teremos o EQA e o EQV, seguido em 2021 pelo EQS e o EQB. Em 2022 chegará, então, o EQE. Este será uma espécie de irmão mais contido em termos de luxo do EQS e será o segundo carro a se beneficiar da plataforma MEA da Mercedes-Benz. Esta plataforma utiliza o alumínio de forma ampla e terá o formato habitual dos modelos elétricos, espécie de ‘skate’ com as baterias no fundo do carro entre os dois eixos, oferecendo uma habitabilidade enorme. 

Os outros modelos continuarão seguindo a ideia da Mercedes-Benz de manter as mesmas bases dos modelos com motores de combustão interna, reduzindo custos de fabricação. Os modelos Mercedes-Benz que utilizarão a plataforma MEA (EQE e EQS, por enquanto) serão produzidos na Alemanha, na nova fábrica especificamente erguida para isso, e na China em uma nova unidade de produção que custará 1.5 bilhões de euros e que está sendo construída em Pequim e que terá capacidade para 70 mil unidades/ano a partir de 2020.

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Publicado no Verdesobrerodas



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