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segunda-feira, 15 de abril de 2019

Testes do nanoFlowcell são bem sucedidos


Os carros elétricos atuais seguem apresentando contínuos avanços tecnológicos e o rendimento oferecido por eles não para de crescer e melhorar a cada dia que passa, embora um dos pontos frágeis continua sendo a autonomia oferecida por suas baterias, assim como o preço que devemos pagar para dispor de um veículo com estas características. No entanto, existem empresas menos conhecidas que parecem ter a solução a esses problemas.

O melhor exemplo chega através da nanoFlowcell, uma empresa localizada em Liechtenstein que no final de 2016 conseguiu homologar para circular por estradas um interessante protótipo elétrico denominado QUANTINO. Sem levar em conta o seu atrativo design e as proporções compactas que apresenta, o modelo se destaca do resto por tudo o que está oculto debaixo de sua carroceria. Acontece que não estamos diante um produto ecológico convencional, mas um que utiliza uma tecnologia inovadora baseada nas baterias de fluxo.

Graças a isso, o veículo dessa empresa se distingue do resto dos elétricos convencionais com baterias de íons de lítio e células de combustível quando se trata de rendimento, segurança, respeito pelo meio ambiente e facilidade de manutenção, pois utiliza uma solução de desenvolvimento próprio denominada bi-ION. Trata-se de um derivado da água marinha que não é nem tóxico nem inflamável, sendo compatível com a natureza e o seu fornecimento pode ser realizado através de postos de serviço convencionais.

Dessa forma, o carro utiliza o citado combustível, que armazena nos dois tanques com cargas diferentes, para fazê-lo circular por uma membrana específica que se encarrega de gerar a energia elétrica necessária para mover o veículo. Além disso, esse sistema funciona com baixas tensões, concretamente 48 volts, sendo uma solução ideal para os elétricos do futuro. Os engenheiros da empresa, com o objetivo de testar sua confiabilidade, já realizaram mais de 350.000 quilômetros com o QUANTINO. O mais importante de tudo isso é que durante esse período não encontraram nenhum problema no sistema de propulsão, requerendo unicamente a substituição dos pneus e freios. 

Mais de 10.000 horas de funcionamento nas quais essa tecnologia parece demonstrar sua confiabilidade e rendimento, impulsionando um veículo que conta com quatro motores elétricos que geram 108 cv, com uma velocidade máxima de 200 km/h e uma aceleração até os 100 km/h em menos de cinco segundos. Tudo isso sem esquecer uma surpreendente autonomia de 1.000 quilômetros e um consumo de energia que oscila entre 8 e 10 kWh.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por PlanetCarsz conteúdo

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