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segunda-feira, 29 de abril de 2019

Normas anti-poluição mais restritivas na Europa favorecem veículos elétricos


Com as normas anti-poluição a tornarem-se mais restritivas na Europa, as marcas automóveis têm optado por eliminar as motorizações mais poluentes das suas gamas. 

No entanto, as marcas conhecidas pelo seu historial desportivo procuram manter vivas as suas motorizações mais icônicas, como é o caso da Ferrari e da Aston Martin com os seus V12. 

Se a marca italiana já havia garantido ter como objetivo salvaguardar o seu V12 pelo máximo de tempo possível, agora foi também a vez de a Aston Martin confessar-se empenhada em continuar com o seu V12 como “coração” da marca. A afirmação é de Marek Reichman, vice-presidente e CEO da Aston Martin Lagonda, em entrevista à Top Gear no Salão de Xangai, onde a marca de Gaydon revelou o seu Rapide E, desportivo 100% elétrico que revela o compromisso da companhia para com a mobilidade elétrica.

No entanto, o V12 parece ter um ‘canto’ especial na gama da Aston Martin: “Está a ficar cada vez mais difícil cumprir com as emissões, obviamente, mas penso que temos a capacidade para manter os motores V12 no nosso negócio”, referiu Reichamn, adiantando que “apenas temos de estar bastante conscientes da conformidade e das regras de emissões que vão surgir no futuro.

Atualmente, a Aston Martin conta com dois modelos munidos com motor V12 bi-turbo de 5.2 litros, o DB11 e o DBS Superleggera, esperando-se ainda a chegada do hiperdesportivo Valkyrie, desenvolvido em parceria com a Red Bull Advanced Technologies, este último com um sistema híbrido que recorre a um V12 da Cosworth e a um motor elétrico de 160 CV.

“O V12 é um dos corações do que somos”, garantiu Marek Reichman. Ainda assim, aquele executivo não vê a eletrificação como um entrave para o objetivo de oferecer prestações extraordinárias na Aston Martin: “Dissemos que no futuro da Aston Martin em meados de 2020 teremos uma solução híbrida para todos os nossos carros.

Obviamente, esta é a primeira vez que estamos a mostrar um 100% elétrico [Rapide E]. Pode ser que, nalgum momento, parte da gama da Aston Martin seja elétrica e a outra seja híbrida e talvez existam ainda os turbilhões do mundo, que são os V12 atmosféricos. Mas, há sempre a possibilidade de um BEV mais veloz. Somos uma companhia de carros desportivos. Queremos sempre ir depressa”, completou.

VerdeSobreRodas, o ponto de encontro com a mobilidade sustentável

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Motor 24 conteúdo

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