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sexta-feira, 29 de março de 2019

Subsídio para veículos elétricos na China só até 2020


As autoridades chinesas anunciaram que vão cortar os subsídios aos veículos elétrico e alterar as regras para os mesmos, antes de acabar com eles definitivamente já em 2020.

Segundo o Governo chinês, estas medidas têm como objetivo levar os construtores a apostarem na tecnologia e não apenas nos favores financeiros, depois dos subsídios terem feito a indústria automóvel chinesa crescer rapidamente no que toca aos modelos elétricos, durante os últimos dez anos.

Uma das medidas mudou o limite de autonomia para se candidatar aos subsídios, passando dos 150 para os 250 quilômetros. Outra medida foi cortar 50% do subsídio concedido aos veículos com mais de 400 quilômetros de autonomia, passando de 6.604 euros (50.000 RMB) para 3.301 euros (25.000 RMB).

Para efeitos de aferição da autonomia, as autoridades chinesas ainda utilizam o protocolo NEDC e não o mais recente WLTP, já utilizado no Velho Continente. O que é uma vantagem para alguns construtores, pois as diferenças de autonomia entre os dois protocolos são sensíveis, como mostram os 22,6% de diferença na autonomia do Nissan Leaf entre NEDC e WLTP.

Para além do Governo central introduzir estas alterações, ordenou a todas as províncias que acabem com todos os incentivos que possam oferecer. Caso seja obedecida, esta ordem acabará por ter impacto negativo nos clientes, que vão perder 67% dos incentivos à compra de veículo elétrico.

Claro que as reações surgiram, mas de forma discreta, com a BYD a anunciar estar já preparada para esta situação, mas a maioria confessou que não é assim no seu caso e que poderá haver um aumento generalizado de preços. Recordamos que em 2018, a China vendeu 1,2 milhões de veículos elétricos, um crescimento de 140% face a 2017, num mercado em contração de 2,6%.

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Publicado no Verdesobrerodas



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