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domingo, 17 de março de 2019

Crescem serviços de shared e-bike em São Paulo


As bicicletas elétricas começaram a ser disponibilizadas nos serviços de compartilhamento em São Paulo. Uma operação piloto do Bike Sampa vai colocar 20 bikes nas ruas da capital paulista a partir de 18 de março, próxima segunda-feira. 

A startup brasileira Yellow começou a permitir e-bikes em circulação no sistema dockless no último dia 11, inicialmente nas regiões de Pinheiros e Itaim Bibi, na zona oeste da capital, onde a circulação de patinetes e bicicletas já é intensa. A princípio, as e-bikes do Bike Sampa - patrocinada pelo Itaú e operada pela startup Tembici - serão testadas no período de 3 meses também na zona oeste. 
Todas as 20 serão colocadas na próxima segunda no Largo da Batata, na Avenida Faria Lima, onde a circulação de patinetes e bicicletas já é intensa. Elas poderão ser retiradas e colocadas em qualquer estação. Nesse período de teste de 90 dias, o valor cobrado será o mesmo das bicicletas tradicionais e o aplicativo não vai informar em quais estações elas estão. 

Procurada, a Yellow não quis revelar o total de e-bikes que estão na rua, tampouco o cronograma de ampliação. Conforme informou o Estado, o preço das viagens das bicicletas elétricas é de R$ 5 iniciais e mais R$ 0,40 para cada minuto de uso. Os usuários podem usá-las das 8h da manhã até 21h, somente na área em que a Yellow opera patinetes atualmente – região restrita a bairros como Pinheiros, Vila Olímpia, Jardim Paulista, Itaim Bibi, Campo Belo e Cidade Monções.  

Com a bateria dentro do quadro, a elétrica terá autonomia de 60 quilômetros. Na fase piloto, as bicicletas serão levadas para o galpão da Tembici no fim do dia e carregadas. Mas a ideia, segundo Tomás Martins, CEO da Tembici – operadora do Bike Sampa -, é que as elétricas sejam carregadas nas próprias estações. "Com algumas poucas alterações, as próprias estações já começam a carregar as bicicletas quando elas são encaixadas", diz Martins. 

Questionado, o CEO da Tembici ainda não confirma se as elétricas serão oficializadas no sistema do Bike Sampa. Por enquanto, afirma, não há definição se elas serão incorporadas após os 90 dias de teste. Nesse período, o fluxo de uso será avaliado para determinar a distribuição das e-bikes. "Queremos entender para onde as pessoas vão com essas elétricas. Vão para estações mais distante? Vão para onde a cidade tem relevo mais acentuado? Vamos poder observar isso (nesses 90 dias)", explica.  

Em Nova Iorque, diz ele, as elétricas rodam três vezes mais que as bicicletas sem motor. "A distância média percorrida pela e-bike também é maior do que a percorrida pela bicicleta normal. Tudo isso fez com que a gente trouxesse mais essa opção para complementar o sistema", afirma Martins. 

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Estadão conteúdo

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