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domingo, 24 de fevereiro de 2019

Inaugurado espaço para venda só de carros 100% elétricos


Numa antiga casa velha na Estrada Nacional 1, em Santa Maria da Feira, onde há centenas de stands de automóveis, nasceu um diferente: só vende carros elétricos e todos usados. "Porque isto é o futuro", atira Fábio Dantas, que, com o pai, criou o espaço, a poucos minutos de Gaia.

As portas do "100% Car" abriram este mês de fevereiro e até o espaço é amigo do ambiente. "Todo o stand trabalha com energias renováveis. Temos 68 painéis solares", explica Fábio.
Só nas instalações investiram 400 mil euros. E nas traseiras há um posto de carregamento. "Criamos uma sala de espera onde a pessoa pode estar a beber um café durante o carregamento", diz José, o pai. A ideia, explica Fábio, não é inocente: "Quando comprei um carro elétrico a minha dificuldade era arranjar um posto de carregamento vago. 

No Porto está sempre tudo cheio e é tudo ao frio. Além disso, o país ainda está mal equipado, assim ajudamos o cliente que adquira aqui um veículo, para poder carregar na sua zona de residência".

Estão no ramo automóvel há 18 anos e há um começaram a pensar no futuro. Antes de abrirem o espaço, já venderam duas dezenas de elétricos. E desfazem o mito do preço. "Já há muitas opções de gama média.

É um carro que custa para cima de 15 mil euros, mas tem uma poupança de dois mil euros por ano comparado a um carro tradicional. Não paga selo, não tem revisões caríssimas, tem oito anos de garantia", diz Fábio, que se apaixonou por este mundo quando percebeu que dois euros de eletricidade lhe permitem atestar um "depósito" para 160 a 200 quilômetros. É para quanto dá, em média, um carregamento, à exceção dos Tesla que têm 500 quilômetros de autonomia.


Já por lá passaram muitos curiosos e o stand tem um veículo só para os clientes experimentarem. "As pessoas têm algum receio, mas cada vez mais pensam no ambiente. A próxima geração já vai estar muito mais sensibilizada", afirmam. 

Os clientes também podem investir numa máquina de carregamento caseira, que custa 600 euros, e permite carregar o carro em 45 minutos. "Uma pessoa que faça 60 quilômetros por dia carrega o carro duas vezes por semana e gasta quatro euros".

Fábio sabe que vai custar muito a acontecer a reviravolta no mercado, mas queima pestanas à procura destes carros em segunda mão. São todos importados, porque o mercado em Portugal ainda é deficiente".

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal de Notícias conteúdo

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