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sábado, 16 de fevereiro de 2019

Convertido em elétrico Mini Clássico tem autonomia de 200 km


O irresistível Mini Clássico foi convertido num elétrico, com as comodidades que os tempos atuais exigem. Com 200 km de autonomia, o Swind E Classic Mini é um autêntico clássico do futuro.

A Mini, que possui um plug-in, tem na calha o lançamento de um elétrico, mas o preparador britânico Swind “antecipou-se”, convertendo um Mini clássico num veículo elétrico.

Assim, sessenta anos após o icônico Mini chegar às ruas pela primeira vez, a Swind revelou o primeiro clássico elétrico de produção Mini no London Classic Car Show. O Swind E Classic Mini combina a carroceria original, totalmente restaurada de um Mini da década de 1960, e um motor de propulsão feito à medida e desenvolvido internamente pela Swindon Powertrain.

Produzido em Wiltshire, nas instalações recentemente atualizadas da empresa, o Swind E Classic Mini mantém todo o estilo e culto das formas do original com tecnologia EV de última geração para criar um automóvel urbano e de emissões zero. Tudo com o toque de personalidade e elegância dos clássicos.

Mantendo a mesma aparência, proporções e espírito do Mini original, a Swind montou um motor de 80 kW (cerca de 107 cv), permitindo que o modelo – por ser elétrico – se passeie pelas zonas que, cada vez mais cidades do mundo, abrem apenas para veículos de baixas emissões poluentes.

Este Swind E Classic Mini aloja baterias de iões de lítio com 24 kWh de capacidade e 400 V, anunciando uma autonomia de 200 km. O automóvel também dispõe de travagem regenerativa. O carregamento completo é feito em quatro horas com uma tomada Type 2 (a opção de carregamento rápido está presente).

Apesar do acréscimo de 80 kg ao peso do veículo (para um total de 720 kg, devido às baterias), o Mini Clássico elétrico acelera dos 0-100 km/h em 9,2 segundos e tem um tempo de recuperação dos 50-80 km/h de 4,3 segundos. A sua velocidade máxima é de 130 km/h.

Como este renovado Mini Clássico não precisa de depósito de gasolina, esse espaço foi aproveitado para reforçar a capacidade da bagageira que aumenta para 200 litros. A atualização do Mini criado por Alec Issigonis para os tempos atuais não se ficou apenas pela remoção do motor de combustão interna por um motor elétrico. A Swind introduziu portas de carregamento USB, aquecimento por piso radiante, bancos de couro aquecidos e desembaciador do óculo traseiro e do pára-brisas.

Mais: entre os opcionais estão um sistema de infotainment e navegação por satélite (1600 libras/1800 euros), direção elétrica assistida (1600 libras/1800 euros), teto de tecido deslizante ao longo do comprimento total do carro (1900 libras/2100 euros), vidros elétricos frontais (440 libras/500 euros), fecho centralizado (600 libras/680 euros) e ar condicionado (6000 libras/6800 euros).

O cliente pode ainda personalizar o veículo, sob medida (incluindo na parte de potência). Estão disponíveis seis cores padrão com teto contrastante.A Swind vai efetuar uma produção limitada a 100 unidades, as quais podem ser tanto para exemplares de volante à esquerda, como à direita. Cada viatura terá como preço base (sem extras) 79 mil libras, ou seja, cerca de 90 mil euros.

Este Swind E Classic Mini é uma criação do diretor-geral da Swindon Powertrain, Raphael Caillé, que viu no contexto atual a oportunidade de produzir uma viatura elétrica com uma alma única, pela qual as pessoas, de todas as classes sociais, se apaixonariam instantaneamente. “É a primeira vez que um Mini clássico eletrificado entra em produção”, diz Caillé. “Já houve one-offs e protótipos anteriormente, mas Swind é a primeira empresa a lançar um carro deste gênero [em maior volume, n.d.r.] para o público”, esclarece o responsável pela Swindon Powertrain.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Motor 24 conteúdo

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