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sábado, 15 de dezembro de 2018

SUV elétrico da Audi chegará ao Brasil em 2019


O mundo como conhecemos, movido por petróleo, pode acabar a partir de 2040, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA). Cerca de 65% da produção de todo petróleo do mundo vem do Oriente Médio. É lá que está a suntuosa Abu Dhabi, criada com o dinheiro do “ouro negro”. Na região também está Masdar, cidade que por seus conceitos de energia renováveis e “verdes” poderia estar no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, vanguardista nesse sentido.

Entre a cidade que representa o presente, ainda dependente do petróleo, e a outra, com pé no futuro, o Audi e-Tron, primeiro elétrico produzido em série pela marca alemã, partiu para sua avaliação. Importado da Bélgica, o SUV chegará ao Brasil no segundo semestre de 2019 com preço estimado entre R$ 400 mil e R$ 500 mil.

Ele será o primeiro de uma linha de elétricos que planeja tornar a Audi associada nos próximos anos à tecnologia elétrica e-Tron, assim como ela ficou marcada nos últimos 39 anos pela tração integral Quattro. Além disso, a ideia é mostrar que um carro elétrico, dentro das suas limitações atuais de pontos de recarga, pode ser usado como um carro normal.

Se comparado em medidas à atual linha de SUVs a combustão da Audi, o e-tron ficaria acima do Q5. É mais comprido em 24 cm (4,9 metros), largo 4 cm (1,93 m) e com entre-eixos 11 cm maior, com 2,92 m. Como todo bom elétrico, ele também é mais pesado: são 2.490 kg de peso seco, 770 kg a mais que o Q5. Isso se deve a um pacote de baterias de íons de lítio de 95 kWh que fica alojado no piso.

Elas são empilhadas em dois níveis e divididas em 36 pequenos módulos. Esse projeto de construção, fixado à uma moldura de alumínio, facilita a substituição de parte do pacote, se necessário, além de tornar mais segura a proteção do componente em caso de acidentes.

Segundo a Audi, são 417 km de autonomia com uma carga, no padrão WLTP de medição de consumo (que testa os carros em condições reais de uso). De série, ele vem com uma entrada de recarga rápida (22 kW) que carrega a bateria em 4,5 horas. Como opcional, ele pode oferecer a entrada de recarga ultrarrápida, que atinge 80% da carga em 30 minutos e 100% em 45 minutos. O e-tron até poderia ser carregado por meio de uma tomada convencional, mas segundo a Audi, levaria cerca de 100 horas para uma carga completa.

O Audi e-tron tem dois motores elétricos, um em cada eixo. O dianteiro rende 125 kW e o traseiro, 140 kW. São cerca de 362 cv combinados. O torque é de 57,2 mkgf. Ele tem uma função overboost, acionada quando o câmbio, de uma marcha, vai para a posição Sport. Ela eleva por oito segundos a potência a 408 cv e 67,7 mkgf. Com esse conjunto, o e-tron acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e atinge a velocidade máxima de 200 km/h.

O sistema de tração integral Quattro foi transformado para atender um conceito elétrico de distribuição de potência entre as rodas dos eixos. Contudo, nunca entrega 100% da potência em apenas uma roda de cada eixo.

A experiência sensorial de ter 400 km de autonomia é bem diferente, assim como poder transitar por vias que permitem manter velocidades de 160 km/h e perceber como a eletricidade faz um carro com motor V8 parecer lento em aceleração na pista ao lado. Poder ir e vir por longos trajetos sem “medo de ser feliz” com um elétrico que oferece longo alcance é uma experiência que deve se tornar cada vez mais comum para provar que o tal carro do futuro, em parte, já chegou.
  
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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal do Carro Estadão conteúdo


Um comentário:

  1. Muito bom,que venha logo essa nova tecnologia,sou apaixonado por carros elétricos

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