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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Bicicleta elétrica ganha espaço no mercado


O futuro dos transportes pode ser muito mais simples do que carros voadores ou drones entregando pizzas. Em virtude dos custos, melhor logística, diminuição de acidentes e saúde pública e do meio ambiente, uma grande tendência de mobilidade urbana que ganha cada vez mais força é a bicicleta elétrica.

A tecnologia não é exatamente nova. Há registros de experimentos com bikes movidas a eletricidade que datam do século 19 e o Japão é um dos precursores na inserção do veículo nas ruas desde 2006. No Brasil, a estimativa de um estudo feito pela Aliança Bike com a Sidera Consult é que até o fim do ano o país tenha cerca de 31 mil unidades. 

Por enquanto, a pesquisa afirma que no Brasil 0,2% de marketshare é das bikes elétricas, o que deixa o país em último em relação a 29 países que usufruem da tecnologia. Mas segundo o coordenador de projetos da Aliança, Daniel Guth, a projeção é que em 2023, 250 mil unidades de bicicletas elétricas serão vendidas por ano.

Em novembro, depois da queda de um trecho do viaduto da Marginal Pinheiros, em São Paulo, que acentuou o uso de bicicletas, bikes elétricas e ciclomotores na ciclovia da avenida Brigadeiro Faria Lima, uma questão ficou pairando no ar: Qual a diferença das bikes elétricas para uma mobilete ou um clicomotor?

"Conforme o Contran [Conselho Nacional de Trânsito] 465, de 2013, uma bike elétrica tem ao menos duas rodas, um motor de no máximo 350 watts que auxilia na propulsão do condutor e não pode exceder 25 km/h", classificou Guth. Já os ciclomotores têm potência de até 4 mil watts, não tem pedal, possuem acelerador, precisam de emplacamento e não podem trafegar em ciclovia.

O empresário Roberto Marques, proprietário da loja Dome Bikes, localizada em Ilhabela, pretende iniciar o aluguel de 30 bicicletas elétricas na cidade do litoral norte ainda em dezembro para amenizar o trânsito que aumenta muito com a temporada do verão. "Queria empreender com algo que trouxesse algum tipo de solução sustentável e esse tipo de bike tem baterias removíveis que são carregadas em até três horas e te dão autonomia de até 60 km", explica.

Marques testou os aparelhos e conta que as marchas convencionais do câmbio trabalham combinadas com as marchas do motor elétrico, ambas acionadas nos manetes. O motor só é acionado quando o ciclista pedala. O empresário compara a sensação de usar o equipamento com a de um vento forte soprando nas costas que impulsiona para frente.

"O que as eBikes proporcionam é uma simbiose da força humana com a força eletromecânica sem emitir poluentes, ou seja, definitivamente, não é bicicleta de preguiçoso", defendeu Marques. Por enquanto, 20% das lojas de bicicleta vendem elétricas e o preço médio fica em torno de mais de R$ 7 mil por causa da alta tributação.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Destak conteúdo

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