Este espaço é reservado a quem acredita na mobilidade sustentável e queira se juntar aos números abaixo:

* mais de UM MILHÃO de acessos ; * lido por mais de DEZ países, * mais de DEZ MIL postagens, * postagens (blog e mídias sociais) durante os 365 dias do ano, * newsletters semanal, * parcerias com eventos no Brasil e exterior. Clique AQUI para saber mais.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

Maioria dos veículos compartilhados na europa é elétrico e híbrido


Dois anos depois de vender o carro para se locomover por São Paulo de bicicleta, o administrador de empresas Victor Brasil, de 31 anos, voltou a recorrer ao transporte motorizado. Mas agora, em vez de bancar os custos de um veículo próprio, optou pelo compartilhamento.
O compartilhamento de automóveis segue uma lógica parecida com a de aluguel de bicicletas, em que é possível pegar o veículo em um ponto e deixar em outro, com o uso de um aplicativo. No mundo esse mercado já chamou a atenção de grandes montadoras. Mas, no Brasil, são as pequenas empresas, a maioria startups, que dominam a prestação desse serviço. Atualmente, elas operam com cerca de 8 mil veículos e têm 230 mil usuários cadastrados, a maioria em São Paulo.

Essas empresas dispõem de frota própria ou fazem intermediação de pessoas que colocam seus automóveis à disposição de quem quer alugá-los. Toda a transação é online. Os números de usuários e frota foram fornecidos por sete das oito empresas que prestam o serviço: Moobie, Olacarro, Target, Turbi, Urbano, VAMO e Zazcar.

Nos EUA, na China e na Europa, o chamado carsharing está em expansão, inclusive com ativa presença de montadoras. A consultoria internacional Frost & Sullivan calcula que há mais de 7 milhões de usuários desse serviço globalmente, número que deve ser triplicado em até cinco anos.

O crescimento do serviço vem do desejo dos usuários de usar meios alternativos de mobilidade e de preocupações ambientais — os veículos compartilhados nos EUA e na Europa são, na maioria, elétricos e híbridos. O grande atrativo, porém, é a redução de custos com transporte — o que inclui a compra do automóvel, estacionamento, seguro, combustível e manutenção. “Esse é um negócio parecido ao Airbnb; o proprietário precisa ter desapego, o que exige mudança de hábito dos dois lados", diz Claudia Woods, presidente da Webmotors, site de compra e venda de veículos.


"O serviço de carsharing ainda é pequeno no Brasil, mas vem sendo acelerado", diz Tamy Lin, que fundou a Moobie no ano passado. Hoje, a empresa tem 150 mil pessoas cadastradas e 7 mil carros à disposição para locação, dos quais 600 estão ativos. O desempenho da empresa atraiu investidores-anjo que vão liberar R$ 15 milhões em 2019 para ampliação de operações. A Moobie também fará parceria com uma seguradora e testa um produto de entrega de carros na residência do cliente.

Com operação em São Paulo e em mais de 100 cidades do interior, além de Curitiba (PR), a empresa promove o encontro entre locadores e locatários — como uma espécie de Airbnb automotivo — e fica com 20% do valor da transação.

VerdeSobreRodas, o ponto de encontro com a mobilidade sustentável

PostagemMaioria dos veículos compartilhados na europa é elétrico e híbrido

Publicado no Verdesobrerodas



Por R7 conteúdo
 


Nenhum comentário:

Postar um comentário