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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Jaguar poderá se tornar uma marca só de veículos elétricos


Afinal parece que a ideia de transformar a Jaguar numa marca totalmente elétrica a partir de 2020 tem pernas para andar. 

Depois do anuncio que o XF será uma berlina totalmente elétrica, juntando-se ao já conhecido i-Pace, eis que a o novo F-Type poderá ser totalmente elétrico.

As razões para esta mudança de paradigma, para lá das evidentes ligadas à mobilidade e à defesa do ambiente, estão na possibilidade de ir mais além no que toca ao estilo dos seus modelos. Com as baterias colocadas no fundo do carro e os motores elétricos roda a roda ou um em cada eixo, a liberdade oferecida aos estilistas é enorme. Esta arquitetura favorece, também, o comportamento, baixando o centro de gravidade.

A experiência da Jaguar na construção com o recurso ao alumínio, é uma mais valia pois desta forma poderá mitigar os efeitos do peso superior devido às baterias. E com a densidade das baterias a melhorar todos os dias, em 2021, o F-Type poderá, sem grandes dificuldades, chegar a um nível de potência muito interessante com uma autonomia alargada. E com dois motores elétricos, poderá ser oferecida tração dianteira e às quatro rodas.

Mas a Jaguar não se ilude e percebe que há necessidade de satisfazer outros clientes e por isso, recupera uma ligação, perdida desde que o grupo Rover foi vendido pela BMW nos anos 90 do século passado. A BMW fornecerá à Jaguar o seu V8 com 4,4 litros – as vendas da Jaguar não justificam o investimento num novo V8 – que poderá equipar ou uma versão do F-Type ou uma variante com base nesse modelo para o distanciar da mobilidade elétrica e mover rivalidade ao Porsche 911. 

A potência andará pelos 650 CV e dará ao novo modelo condições para ser um superdesportivo. Poderá estar aqui, aproveitando a plataforma do F-Type, o substituto tão ansiado do XK. Este seria mais tradicional com o V8 da BMW e o F-Type seria o desportivo moderno eletrificado. Tudo isto é, apenas, especulação, pois não se sabe o que os investidores da Tata pensam. 

Para já, deram um cartão amarelo aos atuais gestores, mostrando-se decepcionados com o nível de vendas dos modelos da Jaguar, sejam a gasóleo ou a gasolina. Por isso, foi alvitrada uma solução radical que veria a Jaguar a ser uma marca puramente elétrica. E o sucesso do i-Pace acaba por dar razão ás vozes que querem esta mudança.

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Publicado no Verdesobrerodas



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