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sábado, 10 de novembro de 2018

Como será o futuro dos carros elétricos?


Como será o futuro dos carros elétricos? Com a massificação a tecnologia eletrônica está a ficar mais barata, mais criativa, mais simples e acessível. Será que comprar um carro elétrico poderá ser como hoje compramos um smartphone?

O exemplo pode parecer levado ao exagero, mas há já empresas a trabalhar em produtos baratos, simples, seguros e equipados com tecnologia de ponta. Vamos conhecer o Biomega SIN.

Com a grande explosão da oferta de produtos para o segmento dos veículos elétricos, não será exagero pensarmos que se hoje temos carros novos a 15 mil euros, os elétricos, que trazem menos mecânica complexa, poderão ser ainda mais baratos sem perder alguns trunfos ligados ao conforto e à segurança.

Vejamos o exemplo da empresa Biomega que apresentou em Xangai o seu primeiro carro elétrico fabricado com materiais leves. 

O veículo, que foi projetado de acordo com os padrões escandinavos de simplicidade, conforto e funcionalidade, chegará ao mercado entre 2021 e 2023 a um preço de 20.000 euros. Não, ainda não está ao preço de um smartphone, mas estamos a falar no exórdio deste mundo dos elétricos. Estamos ainda no “pré-começo” de tudo.

A empresa dinamarquesa Biomega, que tem atividade dedicada ao design e fabricação de bicicletas premium, apresentou um novo carro elétrico urbano. Este produto tem como missão ampliar o portfólio de ofertas da empresa dedicadas à mobilidade elétrica urbana.
SIN não é significado de pecado (foi dedicado a Singapura), é o nome de um conceito para minimalismo, “menos é mais” e apresenta um veículo elétrico fabricado em fibra de carbono com tecnologia qb. O conceito foi exibido na feira de negócios CIIE em Xangai, dedicada à importação, e chegará ao mercado, segundo os seus criadores, entre 2021 e 2023, a um preço de cerca de 20.000 euros.

A Biomega é uma empresa com sede em Copenhaga que, desde 1998, dedica o seu negócio ao desenho e comércio de bicicletas. Entre os produtos estão as bicicletas elétricas OKO e AMS-E low – oferta que traz uma bateria e roda da frente que permite ao proprietário de qualquer bicicleta adaptar a sua e tornar a mesma elétrica.

Com o mercado a tender aos veículos elétricos, a empresa começa uma nova linha de negócios com a introdução de um carro elétrico com quatro rodas, criado pelo seu designer chefe, Guillermo Calla:  "É um carro inteligente que vem para resolver problemas quotidianos de circulação nas cidades" Referiu o responsável à revista americana Wired. 

A marca mostrou um produto fabricado em fibra de carbono modular com estruturas de suporte em alumínio. Este carro foi desenvolvido em colaboração com empresas parceiras na Alemanha e no Reino Unido. Recorrendo ao estilo nacional, que caracteriza não só os produtos, mas uma linha de pensamento, a Biomega traz o “menos é mais” com típicos dos padrões de design escandinavos. Desta forma, o SIN cria um novo tipo de veículo de piso plano e grande capacidade de manobra para espaços urbanos estreitos.

Conta com quatro motores elétricos, um em cada roda, com uma potência combinada de 60 kW (82 HP). O sistema de propulsão oferece um binário de 160 Nm, suficiente para se mover livremente em ambientes urbanos. A sua velocidade máxima é de 130 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 13 segundos. A empresa não incorporou um sistema de bateria grande para não aumentar excessivamente o peso ou o preço do veículo. Assim, o conceito apresentado é equipado por uma bateria de 14 kWh, integrada no corpo do veículo, e outra de 4 kWh, ambas removíveis que pesam, no total, 200 quilos.

A Biomega referiu no evento que está já a projetar uma segunda versão deste veículo elétrico que virá equipado com três baterias. A ideia é poder ter um módulo que se pode trocar tal como se fosse uma bateria de uma scooter elétrica, que daria ao utilizador a possibilidade de, numa estação de serviço, poder trocar a vazia por uma nova carregada.

A autonomia estimada é de 160 quilômetros, o suficiente, segundo a empresa, para cruzar a maioria das cidades algumas vezes. Com este tipo de ofertas a “invadir” os mercados nos próximos anos, facilmente percebemos que em menos de 5 anos, este tipo de veículos estará “ao preço da chuva”… que ainda é mais barato que os smartphones.

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Publicado no Verdesobrerodas



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