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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Caoa Chery está de olho no mercado de carros elétricos no Brasil


A Caoa Chery está de olho no novo mercado de carros elétricos no Brasil. A marca chinesa, que agora é controlada pelo grupo brasileiro, estuda introduzir produtos específicos para esse segmento que agora ganha impulso com as novas regras do Rota 2030, que nivelaram o IPI para veículos movidos por energia.

No Salão do Automóvel, a Caoa Chery está exibindo quatro modelos para medir a recepção do público no evento, tendo ainda veículos para test drive na parte externa do evento.
A gama de elétricos do fabricante chinês inclui o eQ, eQ1, Arrizo 5e e Tiggo 2e. Destes, três são versões de carros feitos em Jacareí-SP e um é exclusivo da China.

Este último é o eQ1, um carro urbano de 3,2 m de comprimento, 1,67 m de largura, 1,55 m de altura e 2,15 m de entre-eixos. Com foco na cidade, o pequenino tem espaço para quatro pessoas e quase nenhum porta-malas, mas sua vantagem é a emissão zero e o silêncio ao rodar. Seu motor elétrico tem 41 cavalos e a autonomia fica em torno de 180 km. Pode ser carregado em 8 horas numa tomada de 220V.

Já o eQ é a versão elétrica do New QQ. Seu motor elétrico é mais potente, tendo 57 cavalos e 15,3 kgfm. O modelo é o elétrico mais antigo da Chery e tem autonomia de 200 km, tendo sido lançado em 2014. Pode ser alternativa para manter o QQ por mais tempo no mercado.


Com bom potencial de vendas, a dupla Tiggo 2e e Arrizo 5e é a mais potente. Ambos são oferecidos com o mesmo conjunto elétrico, que entrega 129 cavalos e 28 kgfm, tendo baterias de lítio que garantem autonomia de 350 e 400 km, respectivamente. Com este propulsor, o crossover vai de 0 a 100 km/h em 9,3 segundos, enquanto o sedã precisa de 9,7 segundos.

Os preços ainda são uma incógnita, mas diante da estratégia de oferecer preços mais competitivos, os modelos acima podem chegar mais baratos que os concorrentes já precificados no salão. O motivo é que pelo menos três deles podem ser feitos aqui, o que reduz poderá ajudar na redução de preços diante da variação cambial e custos logísticos.

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Publicado no Verdesobrerodas



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