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terça-feira, 9 de outubro de 2018

Volvo T8 Plug-in acelera de 0 à 100 k em 5,3 segundos


Empenhada no seu compromisso de eletrificação, a Volvo lança no mercado nacional as duas novas versões Plug-in híbridas para o S90 e V90, sendo precisamente esta última que surge aqui em ensaio, numa proposta que oferece alta potência e consumos muito comedidos num formato que apela às empresas e não só.

Aliando o conceito híbrido Plug-in à ainda importante carroceria familiar, a Volvo joga uma ‘cartada’ interessante num segmento em que a concorrência começa agora a ‘mexer’ de forma muito mais intensa, sobretudo por ação das marcas alemãs.

A fórmula já é bem conhecida: o T8 Plug-in Hybrid combina um motor a gasolina de 2.0 litros com turbocompressor capaz de debitar 320 CV com uma unidade elétrica de 88 CV, o que no total permite um valor de 390 CV e uns massivos 640 Nm, o que lhe permite registar prestações de elevado gabarito. A alimentar o motor elétrico está uma bateria de iões de lítio de 10.4 kWh, que demora quatro horas a carregar numa rede doméstica.

Por defeito, o T8 Plug-in envereda pelo lado da eficiência, com a condução a iniciar-se sempre no modo Híbrido. Neste, o controlo eletrônico de potência encarrega-se sempre de gerir o motor a utilizar em cada momento, dando primazia ao modo elétrico quando possível, embora a sua entrada em funcionamento seja limitada pela carga da bateria. 

Tanto nesse, como no modo elétrico (Pure), que pode ser selecionado pelo condutor, o silêncio e refinamento a bordo são notas dominantes, havendo ótimo isolamento do habitáculo face aos ruídos do exterior.

Mas é na condução que a Van V90 T8 mostra outros atributos. Com 4936 mm de comprimento e com cerca de duas toneladas de peso, este Volvo oferece enormíssima confiança na abordagem às curvas, chegando mesmo a surpreender o condutor pela estabilidade que oferece. Não se trata de um desportivo e a carroceria tende a adornar quando o otimismo se apresenta em excesso, mas nem assim a V90 deixa de ser um automóvel meritório na sua afinação, até porque o seu foco está no conforto. 


É, também, de elementar justiça que se aprecie a energia do conjunto híbrido deste Volvo, com o binário conjunto dos dois motores a impelir o V90 T8 para ritmos fortes com facilidade. Colocando o seletor de modos de condução (a partir de um comando circular posicionado na consola central – bonito, mas nem sempre funcional durante a condução) em Power, o V90 coloca toda a potência à disposição do condutor para ‘esticões’ intensos. 

Basta prestar atenção aos 5,3 segundos que leva a acelerar dos zero aos 100 km/h para se perceber essa sua capacidade, enquanto as recuperações que, mercê de um bom aproveitamento da caixa Geartronic de oito velocidades, também nunca colocam o menor entrave às necessidades do condutor.

Terminada a carga da bateria, passa a recorrer em grande conta ao motor de combustão, mesmo que o sistema híbrido coloque, frequentemente, a condução também em modo elétrico, mas apenas quando a estrada o permite ou a aceleração não exige muita carga do acelerador. Neste contexto, a média mais comum ronda entre os seis e os sete litros. Ainda assim, um conjunto com quase 00 CV a registar um consumo real de 6,8 l/100 km, que foi o que obtivemos no final do teste, não nos parece mesmo nada mau!

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Motor 24 conteúdo

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