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quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Modelo elétrico da Mobilis deverá chegar em 2020 por R$ 65 mil


O Li foi projetado inicialmente para ao mercado de condomínios fechados, mas nos próximos dois anos ganhará uma versão com todos os itens obrigatórios, como airbag, por exemplo, para apresentar ao CONTRAN e ao IBAMA para homologação. A versão para o trânsito deverá custar aproximadamente R$ 65 mil, segundo Mahatma Marostica, um dos sócios da Mobilis. 

Fundada em 2013, a Mobilis tem sua mini-fábrica em Palhoça, distrito de Pedra Branca, um bairro planejado para ser uma mini-cidade sustentável.

A empresa foi fundada pelos engenheiros mecânicos Mahatma Marostica e Thiago Hoeltgebaum, além do engenheiro eletricista Paulo Bosquieiro Zanetti. Em 2015, Marcos dal Moro, administrador, tornou-se sócio da startup. Em 2016, a Mobilis conseguiu um quinto sócio, um investidor anjo que colaborou com a profissionalização do negócio. Se antes o desafio era apenas projetar um carro, a estratégia passou a incluir conceito, pesquisa de mercado e escalabilidade. 

A empresa passou a usar o Fusion360, software de modelagem CAE, CAD e CAM, a partir de uma parceria com a MAPData, revenda da Autodesk. O nome do Li, carro de dois lugares, é inspirado no Lítio, principal componente de suas baterias importadas da China. Atualmente, a grande maioria dos carros elétrico utiliza baterias de íon-lítio na sua composição, a exemplo da pioneira Tesla. 

Até hoje, a Mobilis produziu 10 carros no total. Entretanto, Marostica projeta um mercado crescente, na medida em que o Li compete com os carrinhos de golf em condomínios. De acordo com a empresa, a vantagem do Li é que ele já nasceu conectado, com sistemas de identificação de motorista e rodômetros conectados à rede.

Atualmente, os modelos contam com duas opções de motorização: motor AC de 4,5KW, que desenvolve velocidade máxima de 45km/h, e motor AC de 7,5KW, que pode chegar até 60km/h. Uma carga completa em tomada comum demora 6h e a autonomia ainda é de apenas 50 km. 

Hoje, a empresa está desenvolvendo novos componentes para expandir a capacidade de rodagem dos seus carros elétricos. A equipe do Baguete foi convidada a dirigir o Li no Centro Empresarial para Laboração de Tecnologias Avançadas (CELTA), no norte de Florianópolis. O carro tem um design moderno e arrojado. Porém, não há portas nem tampa traseira nos modelos atuais, o que dificultaria o deslocamento com chuva forte. Como todo motor elétrico, o torque do propulsor do Li é alto, o que proporciona uma aceleração bastante rápida, mesmo que a velocidade máxima não passe dos 60km/h.

Além da Mobilis, Florianópolis conta com uma iniciativa da Universidade Federal de Santa Catarina voltada para o segmento de veículos elétricos. O projeto produziu um ônibus elétrico, em operação desde dezembro de 2016, em parceria com as empresas WEG, Marcopolo, Mercedes e Eletra. A iniciativa recebeu aporte de R$ 1 milhão do Ministério de Ciência e Tecnologia.

Santa Catarina foi o estado com a maior densidade de startups no Brasil em 2017, de acordo com uma pesquisa da ABStartups. Em termos absolutos, SC é o segundo estado com o maior número de startups, perdendo apenas para São Paulo.

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Publicado no Verdesobrerodas



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