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terça-feira, 30 de outubro de 2018

Dyson já investiu cerca de € 3 biliões em carro elétrico


Os carros elétricos são por vezes, de forma negativa, classificados como eletrodomésticos pelos defensores mais acérrimos dos motores de combustão. Pois bem, se os planos da Dyson tiverem sucesso, a partir de 2020 estes vão passar a ter de lidar com o fato de a marca de eletrodomésticos estar realmente a fazer carros.

A Dyson, conhecida por produzir aspiradores e secadores de mãos, decidiu entrar no mundo automóvel, desenvolvendo e concebendo automóveis elétricos.
De acordo com o fundador da marca, James Dyson, a produtora de aspiradores pretende aplicar parte da tecnologia utilizada na produção de eletrodomésticos na produção de automóveis.

Por isso a marca investiu cerca de três biliões de euros para criar um carro elétrico que tem lançamento previsto para 2021 — trará um aspirador? O novo modelo vai ser produzido num novo complexo que a marca de aspiradores vai criar em Singapura onde vão ainda estar instaladas as pistas de testes onde a Dyson planeja testar os seus futuros elétricos.

De acordo com a Autocar a nova marca de carros elétricos vai apostar numa gama de três modelos. Segundo os planos do fundador da marca o primeiro modelo deverá ser produzido em números reduzidos — menos de 10 mil unidades. Ainda não se sabe que tipo de carro será, mas fontes da marca já revelaram que não será concorrente de carros como o Nissan Leaf ou o Renault Zoe nem será um desportivo, sendo que em relação aos outros dois modelos, que já apostarão em volumes maiores de produção, é provável que um deles venha a ser um SUV.

A maior novidade do projeto da Dyson é a decisão da marca de usar baterias em estado sólido, que recorrem a células com uma maior densidade energética e permitem carregamentos mais rápidos e uma maior capacidade de armazenamento quando comparadas com as baterias utilizadas atualmente.

No entanto, essa tecnologia não estará disponível a tempo para o seu primeiro modelo que recorrerá a baterias de iões de lítio como acontece com a generalidade dos outros veículos elétricos. Prevê-se que as baterias de estado sólido só sejam usadas a partir do lançamento do segundo modelo.

Tendo em conta o posicionamento de mercado da Dyson no mercado dos eletrodomésticos é de esperar que a marca opte por um posicionamento premium para os seus futuros modelos, um pouco à semelhança do que fez a Tesla.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Razão Automóvel conteúdo

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