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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Cresce o uso de VE para entrega de mercadorias em Lisboa


De certeza que já lhe aconteceu estar com pressa para apanhar aquele metro, mas como ainda tem de carregar o cartão acaba por ter de esperar pelo próximo. Agora imagine que tinha um cartão que não precisava de ser carregado. Em breve isso vai mesmo existir em Lisboa. 

“Espero lançar um pós-pago já este ano, entre outubro e novembro.
Basicamente, é um cartão com o qual ando à vontade nos transportes públicos e que faz o débito direto em conta, como se fosse uma espécie de via verde”, revelou o vereador da Mobilidade e Segurança da Câmara Municipal de Lisboa (CML), Miguel Gaspar, durante o encontro “Conversas de Inovação” organizado pelo Expresso e pela BP.

Vai chamar-se Viva Go e, para já, funcionará apenas na Carris e no Metro, onde os preços são fixos e não variam consoante a distância ou o destino. Quem quiser aderir apenas tem de ter o cartão Lisboa Viva — o de plástico e não o de papel — e adaptá-lo a esta nova modalidade. Segundo Miguel Gaspar, esta é uma das muitas soluções que a autarquia está a desenvolver para melhorar a mobilidade em Lisboa e para aumentar o uso dos transportes públicos e, dessa forma, reduzir o uso do automóvel dentro da cidade. 

De fato, integração foi a palavra-chave do debate de quarta-feira, o segundo destes encontros, neste caso dedicado à mobilidade. Todos os oradores concordam que sem integrar sistemas e soluções e sem haver parcerias entre diferentes entidades não se resolverão os problemas. 

Esta integração é ainda mais evidente quando o objetivo é comum: reduzir o número de carros que circulam dentro das cidades, não só o transporte individual, mas também o de mercadorias. Já há muitos exemplos a funcionar em pleno, como os carros e bicicletas partilhadas (o Drive Now e a GIRA, por exemplo) ou a utilização de cada vez mais veículos elétricos para entrega de mercadorias, como mencionou o CEO do Grupo Rangel, Nuno Rangel.

E há outras soluções em estudo, como os carros autônomos ou mesmo ônibus. Em breve, a Câmara de Cascais vai ter um ônibus autônomo entre Cascais e o novo campus da Universidade Nova, em Carcavelos. Ou ainda os “pontos de mobilidade”, espaços bem localizados onde as pessoas possam recolher as suas mercadorias, diz ainda Nuno Rangel. É com tudo isto que será possível caminhar para atingir as ambiciosas metas de descarbonização do Acordo de Paris, diz o diretor comercial da BP, Jorge Gonçalves. “Porque, mesmo com todas as inovações que existem hoje, estamos a ter um aumento das emissões”, notou.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Expresso conteúdo


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