Este espaço é reservado a quem acredita na mobilidade sustentável e queira se juntar aos números abaixo:

* mais de UM MILHÃO de acessos ; * lido por mais de DEZ países, * mais de DEZ MIL postagens, * postagens (blog e mídias sociais) durante os 365 dias do ano, * newsletters semanal, * parcerias com eventos no Brasil e exterior. Clique AQUI para saber mais.

segunda-feira, 6 de agosto de 2018

VW quer unir a mobilidade elétrica à conectividade e à digitalização


 “A transformação na nossa indústria é imparável. E nós vamos liderar essa mudança”. A afirmação de Matthias Müller, presidente do Conselho de Administração do Grupo Volkswagen, espelha bem a vontade da empresa enveredar pela eletromobilidade. 

O grupo apresentou uma estratégia agressiva que alia a mobilidade elétrica à conectividade e à digitalização.
Esse plano denominado ‘Roadmap E’, abarca todas as áreas da indústria automóvel e aponta 16 locais de produção para veículos elétricos no final de 2022 (um aumento relevante tendo em conta os atuais três), havendo ainda a intenção de fomentar parcerias com fornecedores de baterias para a Europa e China.

Em termos práticos, o objetivo é ter em 2030 uma versão eletrificada de cada um dos cerca de 300 automóveis que o grupo apresenta, distribuídos pelas suas diversas marcas – da Volkswagen à Skoda, passando por Bentley, SEAT ou Audi. Um desafio que está a ser abordado para que as marcas mantenham a identidade. 

A mobilidade elétrica começa a ganhar tração nos mercados, a reboque da necessidade de reduzir as emissões poluentes que contribuem para o aquecimento global. O plano de produto do Grupo Volkswagen é, por isso, abrangente neste aspecto: em 2025, tem como meta a produção de até três milhões de veículos elétricos anualmente, com 80 novos modelos eletrificados distribuídos por todas as marcas – embora o termo eletrificado se refira a versões híbridas (30) e puramente elétricas (50). 

Com alguns nomes já confirmados para lançamento nos próximos tempos – como os Audi e-tron, Porsche Taycan ou Volkswagen I.D. -, a visão do grupo é mais arrojada a partir de 2019, com Matthias Müller a assumir que “haverá um novo veículo elétrico virtualmente a cada mês”. 

É assim que o CEO do grupo pretende “oferecer a maior frota de veículos elétricos do mundo, através de todas as marcas e regiões, em poucos anos”. Para alcançar essas metas, o construtor alemão tem em curso um forte investimento de mais de 20 mil milhões de euros na eletrificação (até 2030), que serão divididos entre novos veículos, duas novas plataformas elétricas, transformação e atualização dos atuais locais de produção, infraestruturas de carregamento, evolução das tecnologias de bateria (incluindo inovações nas baterias sólidas) e, por fim, na qualificação laboral para esta nova realidade.

 A digitalização será outra das vertentes, com tecnologias de condução autónoma e de serviços digitais a assumirem maior preponderância. A nova geração de motores, prevista para 2019, irá apostar ainda mais na eficiência e na redução de emissões e de consumos, com a chegada prevista de uma família de modelos mais atual e totalmente elétrica, desenvolvida sobre uma nova plataforma dedicada para veículos elétricos. 

Denominada I.D., esta gama irá cobrir todos os segmentos, desde um compacto de cinco portas semelhante ao Golf (I.D.), passando por um modelo de estilo SUV-coupé, o I.D. CROZZ, e o revivalista I.D. BUZZ, que recupera o formato da ‘Pão de Forma’ antiga para uma época de modernidade com novas tecnologias e zero emissões. Os dois primeiros irão chegar ao mercado no ano de 2020, com a carrinha esperada dois anos mais tarde, em 2022. Mais tarde deverá chegar ainda uma berlina topo-de-gama com base no concept I.D. Vizzion, revelado no Salão de Genebra em março.
 
VerdeSobreRodas, o ponto de encontro com a mobilidade sustentável

PostagemVW quer unir a mobilidade elétrica à conectividade e à digitalização

Publicado no Verdesobrerodas



Por Dinheiro Vivo conteúdo

Nenhum comentário:

Postar um comentário