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domingo, 12 de agosto de 2018

Toyota diz que caminho do híbrido não tem volta


A Toyota está ficando bem ousada ultimamente. Além de aplicar uma estética bem expressiva, como fez na Lexus, a marca japonesa quer uma hibridização quase que total. Uma das propostas mais recentes vem da Austrália, onde o site Drive revelou intenções veladas do fabricante para ter um hot hatch híbrido.

A proposta é montar o projeto no Toyota Corolla 2019 que em alguns mercados é vendido como Auris em sua versão hatchback. Yasushi Ueda, engenheiro-chefe da empresa, disse que existem diversas possibilidades de motorização híbrida para este esportivo compacto da marca japonesa.

Ueda disse que a proposta de hibridização com gasolina “soa muito bem para ele” e disse: Eu tenho que considerar isso, eu tenho que investigar, pesquisar …” Ou seja, o projeto ainda está em seus estágios iniciais. Mas, a ideia é criar um produto para rivalizar com os hot hatches europeus, em especial o Golf GTI.

O engenheiro nipônico abriu o jogo: “Ainda não temos nenhum plano detalhado”, mas disse que a estrutura da plataforma TNGA beneficia o esportivo no sentido de fornecer-lhe a capacidade de tração nas quatro rodas. Nesse caso, especula-se que o motor elétrico fique instalado no eixo traseiro, enquanto o propulsor move o carro nas rodas dianteiras.

“Essa é a estrutura básica dentro da Toyota.”, disse Ueda sobre a versatilidade da TNGA nesse aspecto. Para a Toyota, o caminho do híbrido não tem volta e a lógica de um hot hatch movido parcialmente por energia faz todo sentido. Mas, como seria esse Corolla esportivo? Para ter um desempenho realmente empolgante, motor elétrico e baterias deverão ser mais potentes.

Além disso, o propulsor terá um papel fundamental tanto para mover o veículo quanto para recarregar as células de energia. Uma opção que seria viável atualmente é o motor 2.0 Turbo empregado pela Lexus no NX 300, por exemplo.

Ele tem 238 cavalos e, com um motor elétrico do Prius, já conseguiria um bom resultado em performance, podendo ir de encontro aos europeus Volkswagen Golf GTI Clubsport, Renault Megane RS, Ford Focus ST e Peugeot 308 GTi S, por exemplo. Até uma caixa automática poderia substituir a CVT nesse caso.

Para algo mais extremo, a Toyota teria mesmo que investir em baterias maiores e um motor elétrico mais potente, o que aumentaria o custo e obrigaria seu uso em outros carros da marca, talvez, muitos dos quais nem estejam na lista de prioridades para uma tocada esportiva. E aqui? Nada de esportivo, apenas o híbrido flex estará na pauta do dia.

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Publicado no Verdesobrerodas



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