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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Mais de 60% das vendas em 2020 será de carros elétricos


A produção mundial de carros deverá crescer 30% até 2030 para um total de 123 milhões de unidades, indica um estudo divulgado esta segunda-feira, que estima também uma mudança de paradigma no setor com o crescimento dos veículos partilhados. De acordo com o estudo “O futuro da estrutura da indústria automóvel FAST 2030”, feito pela consultora Oliver Wyman e citado pela agência noticiosa Efe, este crescimento ocorre após um aumento de 2,4% em 2017 para 97,3 milhões de unidades.

Segundo o documento, em causa está também um novo paradigma na indústria automóvel, estimando-se que o número de carros partilhados cresça 95% na Europa. Nos Estados Unidos e na China este acréscimo ronda os 114% e os 358%, respetivamente. “Apesar de o crescimento da indústria automóvel a nível mundial ser positivo, será acompanhado de mudanças estruturais e de um aumento nos custos para os quais o setor não está preparado”, indica o estudo elaborado por aquela consultora e citado pela Efe.

O documento aponta também que mais de 60% das vendas, entre 2020 e 2025, será de carros elétricos, algo que se deverá relacionar com o “endurecimento da regulação das emissões” poluentes. Por regiões, o estudo prevê que um em cada três carros vendidos na China até 2030 seja totalmente elétrico, enquanto na Europa esta percentagem se fica pelos 25%.

Já no Japão e nos Estados Unidos projeta-se que 60% dos carros sejam híbridos em 2030, enquanto em África e na América do Sul a utilização de veículos movidos a energias alternativas não deverá ser muito significativa. O autor do estudo e sócio da consultora Oliver Wyman, Joern Buss, destaca que a indústria automóvel enfrenta, assim, “uma autêntica tempestade entre a nova tecnologia transformadora e a mudança no comportamento dos clientes”.

No que toca à condução autônoma, o estudo revela que, em 2030, cerca de 25% dos novos carros vendidos estarão equipados com sistemas de automação parcial. Já os veículos totalmente autônomos deverão equivaler a 15% das vendas. É, assim, “provável” que este tipo de carros altere o setor, ao resultar do fabrico tradicional de veículos e da introdução de bens e serviços inovadores feita pelas empresas tecnológicas e de telecomunicações, adianta o documento.

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Publicado no Verdesobrerodas



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