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terça-feira, 3 de julho de 2018

Volkswagen poderá lançar modelo elétrico do Fusca


Não faz muito tempo que a Volkswagen havia comentado que o Beetle, ou melhor, o nosso amado Fusca, não retornaria como um carro “emocional” na próxima geração de modelos elétricos da marca. A ideia era focar diretamente na Kombi, que inclusive ressurgiu como o conceito ID Buzz e ainda por cima terá uma variante com proposta comercial, tanto que foi a divisão de veículos utilitários de trabalho que apresentou o projeto conceitual.

Mas, agora Herbert Diess, CEO da Volkswagen, diz outra coisa, segundo a revista inglesa Autocar. O executivo estaria ansioso para lançar outros carros emocionais na gama de produtos da empresa e para isso, não descartaria mais um renascimento do Fusca. Dentro da montadora, o nome Beetle é muito forte para nomear um produto totalmente novo e que mudaria para uma característica máxima do velho besouro: suas duas portas. Em 1952, porém, a VW teria feito alguns protótipos para servirem de táxi na Alemanha, mas a ideia deu errado.

Diante disso, Klaus Bischoff, chefe de design da VW, estaria preparando o terreno para o retorno do maior clássico da marca, mas antes ele quer concretizar o lançamento de sua gama ID, o que significa colocar nas ruas o modelo Neo, bem como as versões de produção dos conceitos ID Buzz, já mencionado acima, ID Crozz (um SUV de porte parecido ao do Tiguan europeu) e ID Vizzion, um sedã executivo que seria uma espécie de “Passat sem volante”.

Bischoff disse: “Nosso dever é fazer com que os modelos de volume estejam em andamento. Esses carros têm tecnologia super-complicada e se você fizer muito, há uma sobrecarga. Então nós podemos entrar em carros mais exóticos e no campo da emoção.” Para o designer, a plataforma modular MEB é perfeita para fazer qualquer tipo de carro e ainda mais modelos com apelo emocional.


No caso do Fusca, a ideia é reproduzir suas formas originais, mas dar mais funcionalidade ao produto e isso significa introduzir mais duas portas, quebrando mais uma parte do DNA do clássico. “O Fusca de hoje é muito atraente como um cupê de duas portas ou conversível, mas é limitado na quantidade de carros que pode vender porque é um nicho”, explica Bischoff.

O executivo continua: “Se você olhar para a MEB, a menor distância entre eixos [possível] é a do ID [hatchback Neo]. Se você pegou isso e fez o Beetle nele, você tem muito espaço, então não há mais nenhum comprometimento na funcionalidade. Então, pode ser um carro muito atraente”. Segundo o próprio designer teria revelado, já existe um esboço do futuro Fusca com quatro portas, mas seria necessário entre dois e três anos para o projeto ser aprovado ou não.

Diess teria dito anteriormente que um Fusca elétrico seria melhor que o Beetle atual, pois teria de volta a tração traseira, resgatando parte da identidade do besouro. Mas será que vai dar certo? Outros icônicos automotivos tiveram sucesso com quatro portas, tais como Mini e Fiat 500 (as variantes). Por ora, o que podemos vislumbrar é essa projeção da revista britânica. E você, acha que um Fusca elétrico, autônomo, que identifica seus usuários e ainda tem quatro portas, teria alguma chance?

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Publicado no Verdesobrerodas



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