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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Indústria trabalha para aprimorar motocicletas elétricas


Não há dúvida de que o maior desafio da indústria automobilística – e de motos também – nos últimos 20 anos é aprimorar os motores elétricos e suas respectivas baterias. O desafio da mobilidade urbana sem necessidade de queimar combustível fóssil ou não tem consumido dinheiro, tempo e neurônios em pesquisa e desenvolvimento.

Um dos caminhos encontrados para ganhar tempo e minimizar os efeitos nocivos e já amplamente conhecidos da queima de combustível é a tecnologia híbrida, aquela que mistura as duas fontes de energia num mesmo veículo.
Já presente nos automóveis com grande sucesso de vendas – caso do Toyota Prius – essa tecnologia agora chega na prática às motos e, mais precisamente com um scooter, veículo urbano por excelência: o Honda PCX.

A Honda mostrou no Salão de Tóquio do ano passado o modelo PCX Híbrido, equipado com com dois motores, um a combustão de 125 cc e 12 cv de potência e outro elétrico de 0,48 cv. Agora a empresa confirma sua chegada ao mercado japonês em setembro deste ano por um valor equivalente a R$15.000,00, tornando-se assim o primeiro veículo híbrido de duas rodas a ser comercializado no mundo.

Essa tecnologia comandada por computador utiliza os dois motores mais o sistema start-stop que equipa o PCX para gerar essa economia. O motor elétrico pode ser usado por até quatro segundos, a uma velocidade de até 60 km/h e de acordo com a forma com o piloto usa o acelerador, o motor elétrico auxilia na função de impulsionar a roda traseira, oferecendo um alivio ao esforço do motor a combustão.

A parte mais interessante do sistema híbrido é que a bateria que impulsiona o motor elétrico se recarrega através da recuperação da energia cinética nas frenagens, estendendo seu tempo de utilização. A Honda apresentou também o modelo elétrico da PCX, mas este ainda é apenas um conceito.

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Publicado no Verdesobrerodas



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