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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Tecnologia elétrica nos circuitos pode chegar rapidamente as ruas


A Schaeffler é um fornecedor global do setor automóvel e industrial e um dos principais patrocinadores da Audi na Fórmula E. O 4ePerformance demonstra como é que a tecnologia elétrica desenvolvida nos circuitos pode ser rapidamente aplicada em carros de estrada.

Já foi mais verdade no passado do que agora, quando o mundo da competição servia de laboratório de testes para novas tecnologias, que acabariam por chegar, de uma forma ou outra, aos carros do dia-a-dia.
Será que veremos essa ligação ser fortalecida novamente com o emergir do automóvel elétrico?

A Schaeffler acredita que sim. E nada melhor do que demonstrar o como pode ser rápida a adaptação de tecnologias de competição para modelos de estrada, com a construção de um protótipo que herda dos monolugares de Fórmula E a sua tecnologia.

Usando como base um Audi RS3 Sedan, o rebatizado Schaeffler 4ePerformance prescinde do excelente penta-cilíndrico do modelo alemão, no seu lugar surgindo quatro motores do ABT Schaeffler FE01, o monolugar da equipa Audi Sport ABT — não fica, definitivamente, a perder em performance. Este Audi RS3 triplica os 400 cv de série, chegando aos 1200 cv — ou 1196 cv (880 kW) para sermos exatos.

Os motores são efetivamente os mesmos usados pelo monolugar durante a totalidade da segunda temporada da Fórmula E, e serviram de base para a temporada seguinte, em que Lucas di Grassi, piloto da Audi Sport ABT, foi o campeão na temporada 2016/2017.

Os quatro motores elétricos do Schaeffler 4ePerformance estão ligados individualmente a cada uma das rodas, via uma engrenagem de dentes retos. Existe também duas caixas de velocidades, uma por eixo e por cada dois motores, com esta arquitetura a permitir, também, a vetorização do binário. O conjunto motor-caixa, diz a Schaeffler, têm uma eficiência aproximada de 95%.

Com praticamente 1200 cv disponíveis, as prestações só podiam ser avassaladoras: a Schaeffler anuncia menos de 7,0s para atingir os 200 km/h. Não foi revelada a autonomia máxima, mas o Schaeffler 4ePerformance vem munido de dois conjuntos de baterias separados — à frente e atrás — com uma capacidade global de 64 kWh.

Do mesmo modo que a Schaeffler contribuiu com a sua perícia técnica para a Fórmula E desde o seu início, também tem um papel pioneiro e é uma parceira para componentes e soluções completas de sistemas, quando se trata de aplicar mobilidade elétrica a veículos de produção produzidos em massa, e a colocá-los na estrada.
Prof. Peter Gutzmer, CTO (diretor técnico) da Schaeffler.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Razão Automóvel conteúdo

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