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sexta-feira, 25 de maio de 2018

Vendas de veículos elétricos dobram em Portugal


A ideia de ter um veículo elétrico foi bem acolhida pelos portugueses. Dados da European Alternative Fuels, entidade oficial da Comissão Europeia, revelam que, em Portugal, foram vendidos 1.793 veículos elétricos em 2017, mais do dobro dos vendidos em 2016. 

A mesma fonte afirma que só nos dois primeiros meses deste ano, mais de 400 veículos elétricos já foram vendidos. A ideia de ter um automóvel elétrico foi bem acolhida pelos portugueses.
Mas se é verdade que o número de consumidores de veículos elétricos tem aumentado em Portugal, os problemas associados a esta nova tecnologia também, revela o Portal da Queixa.

A maior rede social de consumidores do país verificou na sua plataforma, desde o início do ano, um aumento do número de reclamações dirigidas à Mobie.e, empresa de mobilidade elétrica responsável pelos postos de abastecimentos espalhados por Portugal.

Em relação a anos anteriores, em que a média de reclamações à empresa de mobilidade elétrica no Portal da Queixa era reduzida - três queixas (2016) e nove queixas (2017) - o início de 2018 já marcou a diferença, com mais de 20 reclamações registadas na plataforma.

A maioria das reclamações prendem-se com o fato de os postos de abastecimento não estarem a funcionar devidamente, um problema que se estende de norte a sul do país, onde a grande maioria se encontra fora de serviço.

Os problemas estão à vista de todos, mas as soluções ou respostas não seguem a mesma linha. Na página da marca (no Portal da Queixa) - Mobi.e - a taxa de resposta e o índice de satisfação marcam 0%, um valor que reflete a indignação por parte dos consumidores.

Desde julho de 2017 que o Ministro do Ambiente, José Pedro Matos Fernandes, e a Mobi.e, garantem que os postos de abastecimento elétricos iriam ser pagos. Até se constava que o preço seria de €2,50 por cada 100 km.

A verdade é que esta medida foi adiada para o final de 2017 e, assim, continua até aos dias de hoje. As justificações oficiais para os diversos adiamentos prendem-se com a necessidade de ser necessário mais tempo para calcular valores e operacionalizar cobranças.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Jornal das Oficinas conteúdo

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