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quinta-feira, 3 de maio de 2018

Corte de incentivos faz vendas de carros elétricos despencarem


As vendas de carros elétricos na Dinamarca andam pelas ruas da amargura, após os cortes aos incentivos fiscais de que dispunham. O governo em funções deixa a porta aberta para reverter a situação.

Até que ponto a venda de carros elétricos está dependente dos incentivos? Temos o caso paradigmático da Dinamarca, onde o corte de muitos dos incentivos fiscais fez com que o mercado de veículos elétricos simplesmente colapsasse: dos mais de 5200 carros vendidos em 2015, apenas 698 foram vendidos em 2017. 

Com a também queda das vendas de motorizações Diesel — percurso inverso ao dos motores a gasolina, logo maiores emissões de CO2 —, a Dinamarca põe em cima da mesa, novamente, a possibilidade de aumentar os incentivos fiscais para reavivar a venda de veículos zero emissões. “Nós temos incentivos fiscais para carros elétricos, e poderemos discutir se deveriam ser maiores. Eu não vou excluir isso (da discussão).” Lars Lokke Rasmussen, Primeiro-ministro dinamarquês

Este debate integra-se num maior sobre como aumentar o consumo de energia limpa — o ano passado, 43% da energia consumida na Dinamarca proveio da energia eólica, um recorde mundial, aposta que o país pretende reforçar nos próximos anos —, com medidas a serem anunciadas após o verão deste ano, onde se inclui quais os tipos de veículos que deverão ser promovidos e quais os devem ser penalizados.

Esta possibilidade surge também após o governo em funções ter recebido sido criticado pelos cortes efetuados, que levaram a fortes quedas de vendas dos chamados veículos “verdes” — a Dinamarca não possui indústria automóvel e tem das taxas de importação mais elevadas do mundo associadas aos automóveis, uns incríveis 105 a 150%. A oposição também aproveitou-se da contestação gerada para anunciar a proibição de venda de automóveis Diesel a partir de 2030, caso ganhe as próximas eleições, a acontecer em 2019.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Razão Automóvel conteúdo

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