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sexta-feira, 23 de março de 2018

Portugueses apostam cada vez mais nos veículos elétricos


Os portugueses estão a apostar cada vez mais nos carros elétricos. Nos primeiros dois meses do ano foram vendidos 401 veículos totalmente movidos a eletricidade, praticamente o dobro do que em janeiro e fevereiro de 2017, revelou esta quinta-feira a ACAP – Associação Automóvel de Portugal. 

Ao mesmo tempo, persiste o problema de registo das matrículas. A Renault lidera este mercado com grande vantagem.
Foram vendidos 221 Zoe desde o início do ano, mais do dobro do que os 105 veículos que foram registados nos primeiros dois meses de 2017, de acordo com a atualização da tabela de vendas enviada pela associação liderada por Helder Pedro. 

A Smart ocupa a segunda posição, com 79 carros vendidos. Graças às versões 100% elétricas do Fortwo e Forfour, a marca de citadinos do grupo Daimler está a ganhar destaque em Portugal neste segmento de marcado. A BMW ocupa o terceiro lugar, com 31 automóveis elétricos comercializados, mais 19,2% face ao mesmo período de 2017. Além do aumento da rede de carregamento de veículos elétricos, as vendas estão a ser estimuladas pelo ‘cheque’ de 2250 euros atribuído pelo Fundo Ambiental. 

Desde 15 de fevereiro, já foram recebidas 182 candidaturas para este incentivo, segundo a informação disponível na página do Fundo Ambiental. Matrículas com problemas Apesar dos novos dados das vendas de janeiro e fevereiro, persistem os problemas com o registo de matrículas. 

Desde o início do ano que existe um caso com o sistema informático da Autoridade Tributária e que ainda não ficou resolvido. 

“Este mês ainda não houve problemas com o sistema informático da AT, mas sabemos que a situação ainda está resolvida. Mas como a maior parte dos registos é feita nos últimos dias do mês, poderemos ter alguns registos que deveriam ter sido feitos em março a transitar para abril”, explicou fonte da ACAP contatada pelo Dinheiro Vivo.

 Existem casos “em que os operadores representantes legais de marcas de automóveis liquidaram o Imposto Sobre Veículos não tendo, no entanto, sido atribuídas as respetivas matrículas”, referiu a associação numa nota enviada a 1 de março. Segundo Helder Pedro, esta situação “afetou 1900 pedidos de matrículas desde janeiro”.


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Publicado no Verdesobrerodas



Por Dinheiro Vivo conteúdo

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