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sábado, 31 de março de 2018

Modelo elétrico chinês Tiggo 3xe 480 tem autonomia de até 500 km


O Chery Tiggo 2 já está no mercado brasileiro, sendo o primeiro modelo da joint-venture entre o grupo CAOA e a marca chinesa. Mas, o crossover compacto derivado do Celer, quase que simultaneamente foi lançado novamente no mercado de origem, porém, desta vez o motor 1.5 – que aqui é flex e entrega até 115 cavalos – deu lugar a um motor elétrico e baterias com íons de lítio.

Chamado por lá de Tiggo 3xe, o crossover segue a tendência (obrigatória) de conversão dos carros comuns em veículos elétricos na China. Seu maior rival, o JAC S2 (T40) também já dispõe de uma versão com energia, chamada iEV7S, que por sua vez deu origem à SOL, nova submarca de carros elétricos baratos da Volkswagen, impedida de usar a Seat para essa missão.

Na oferta chinesa, o Tiggo 2 elétrico dispõe de duas versões com densidades diferentes de bateria. O primeiro é o Tiggo 3xe 400, que tem autonomia de 351 km por conta de baterias de lítio de 49 kWh. Sob certas condições, o alcance pode chegar a 445 km. Já a versão Tiggo 3xe 480 tem baterias de 54,3 kWh, que conferem autonomia normal de 401 km, mas se o veículo reduzir velocidade e desligar periféricos, pode percorrer até 500 km sem recarga. Esta, acontece de 6 a 8 horas em nível 100% ou em meia hora num carregador rápido para 80%.

Seu motor elétrico tem 122 cavalos de potência e 28 kgfm, suficientes para um desempenho superior ao Tiggo 2 nacional. Independente da configuração, o Tiggo 3xe vem com visual “azulado” com detalhes nessa tonalidade, incluindo as rodas de liga leve aro 16 polegadas. A grade é semelhante ao da versão brasileira, mas é falsa. Afinal, nem precisa. Com exceção de alguns cromados e mais detalhes em azul, o modelo elétrico não difere em nada do crossover abastecido com etanol e gasolina, vendido aqui.

Mudanças perceptíveis mesmo é no interior, onde o cluster mantém os instrumentos analógicos, mas no lugar do conta-giros invertido, há um nível de carga da bateria indo de 0 a 100%. No console, sai a alavanca de câmbio e entra um botão giratório para as marchas à frente e ré, bem como os modos de condução. O ambiente é decorado em tons de azul, tendo ainda a tela de 8 polegadas da multimídia que, no entanto, dispõe de navegador GPS e internet móvel.

Bancos em couro, teto solar, controles de tração e estabilidade, assistente de partida em rampa, entre outros, estão presentes. Preços? Começam em 157.800 e 182.800 yuans ou cerca de R$ 83,35 mil e R$ 96,56 mil. Achou caro demais? Pois bem, o governo local dá um bônus de 89.800 yuans ou R$ 47,43 mil. Ou seja, no final das contas, ele sai lá, mais em conta que o Tiggo 2 aqui. Isso, claro, numa conversão direta.

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Publicado no Verdesobrerodas



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