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quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Lisboa passa a contar com serviços de startups gigante de e-bikesharing

Startup de Singapura arranca fase de testes em Lisboa e pode estender-se a outras cidades portuguesas com mais bicicletas nos próximos meses.

A partir desta quarta-feira há mais uma opção para deslocar-se em Lisboa: a oBike, uma das maiores startups de partilha de bikesharing do mundo, chega à capital portuguesa com 350 bicicletas prontas para partilhar e sem estações fixas. É a primeira empresa que concorre com o sistema Gira, gerido pela EMEL, e que poderá ser expandido para o resto do país, admite Assaf Amit, responsável pela chegada desta empresa de Singapura a território português.
“Vamos começar com 350 bicicletas em Lisboa e depois vamos ver como as coisas correm. Esperamos que tudo corra muito bem, porque vamos ter as bicicletas perto do rio, que é uma zona muito plana da cidade”, explica Assaf Amit em entrevista por telefone ao Dinheiro Vivo. As bicicletas não têm caixa de velocidades nem têm apoio elétrico. Paga 50 cêntimos por cada 30 minutos de utilização.

As bicicletas da oBike estarão colocadas principalmente na zona ribeirinha da cidade, entre Belém e Santa Apolónia, como pode ver neste mapa. Mas quando acabar de as utilizar, não é obrigatório deixá-las na zona ribeirinha da cidade. A aplicação da oBike, disponível para sistemas iOs (Apple) e Android (Google), indica-lhe a zona de serviço destas bicicletas, que deverá estender-se a outras partes da cidade.
 
O modelo de negócio da oBike é muito semelhante ao dos chineses da Ofo, que estão desde outubro a partilhar bicicletas em Cascais. No caso da oBike, é necessário fazer um depósito, reembolsável, antes de utilizar o serviço, como forma de “responsabilizar o utilizador”.

Ao abrir a aplicação, é apresentado um mapa da cidade com as bicicletas disponíveis. Depois de selecionar a bicicleta, ela fica reservada, gratuitamente, por 10 minutos. Depois de carregar no botão para a desbloquear, o telemóvel lê o código QR exibido por cima da roda traseira. A seguir, a bicicleta fica logo desbloqueada. A partir daí, pode utilizá-la e deixá-la onde quiser, sem se esquecer de a travar manualmente. O pagamento é feito através do cartão de crédito.

Assaf Amit acredita que as universidades e as paragens de autocarro serão os locais onde as bicicletas preferidos dos utilizadores da oBike. Segundo a empresa, cada cliente circula com a bicicleta “entre 10 e 12 minutos”.

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Publicado no Verdesobrerodas

Por DinheiroVivo conteúdo

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