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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Entenda a potência combinada dos motores elétricos

Porque é que nem sempre a potência combinada dos automóveis híbridos é igual à soma da potência dos vários motores? Vais ficar a saber agora.

Já temos sido “acusados” de só escrever sobre modelos híbridos, para além naturalmente dos SUV, mas o que é um fato é que as variantes híbridas tendem em aparecer em todos os segmentos, dos utilitários aos familiares, dos SUV aos desportivos.

Com esta proliferação de modelos híbridos, já vários leitores nos questionaram porque é que a potência combinada dos motores de um veículo híbrido (motor de combustão + motor elétrico) por vezes é inferior à soma das potências máximas de cada unidade motriz. 
A explicação é simples: Apesar dos dois motores poderem funcionar em simultâneo, os picos de potência e binário destas duas motorizações ocorrem em regimes de rotações diferentes.

Usando um exemplo recente:
O Hyundai Ioniq Hybrid tem um motor de combustão 1.6 GDI com um pico de potência de 108 cv às 5700 rpm, e um motor elétrico com um pico de potência de 44 cv às 2500 rpm. A potência combinada de ambos no entanto, não é de 152 cv (108 + 44), como se poderia pensar, mas sim de 141 cv.
Porque quando o motor de combustão atinge as 5700 rpm, o motor elétrico já está em perda. Não se trata, no entanto, de uma regra, até porque há exceções. Exemplo disso é o caso do BMW i8. Sendo um automóvel desenvolvido para a performance, a marca bávara tentou que as várias unidades motrizes atingissem o pico de potência em simultâneo. Por conseguinte, a potência total é 365 cv – resultado da soma da potência máxima do motor de combustão (234 cv) com a do motor elétrico (131 cv). Simples, não é?

O resultado é sempre a potência combinada máxima que ambos os motores conseguem atingir em simultâneo no pico. Esclarecido?

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Publicado no Verdesobrerodas



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