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sábado, 13 de janeiro de 2018

Mudanças nas legislações fazem fabricantes investirem em VEs

O pilar principal para a escolha de automóveis comerciais costuma ser o custo operacional. Obviamente aí entra a depreciação do veículo, mas, principalmente, são computados os gastos com combustível e manutenção dos veículos. 

Mudanças nas legislações de algumas cidades – em relação à emissão de poluentes e à diminuição do barulho – já fazem com que as fabricantes invistam na propulsão elétrica.
A Mercedes-Benz Vans, por exemplo, planeja oferecer ao mercado todas as suas linhas de veículos comerciais leves com esse tipo de motorização. E o ponto de partida será o início das vendas do novo eVito, que já está disponível para encomendas na Europa, com entregas começando no segundo semestre deste ano.

Com baterias de capacidade instalada de 41,4 kWh, a autonomia do eVito será de aproximadamente 150 km. Mesmo em condições desfavoráveis, como baixas temperaturas externas, com carga total, a promessa é de rodar pelo menos 100 km. A bateria pode ser carregada totalmente em cerca de seis horas. O motor rende 113 cv de potência e 30,6 kgfm de torque máximos, este último disponível instantaneamente.

Já no que diz respeito à velocidade máxima, há duas opções disponíveis. Uma de até 80 km/h, para atender requisitos de tráfego em áreas urbanas e, de quebra, economizar energia e, assim, melhorar a autonomia. Se houver necessidade de atingir velocidades maiores, em caso de encarar rodovias, há uma segunda faixa de máxima, de 120 km/h. Também são duas as versões de tamanho. A longa possui comprimento total de 5,14 metros, enquanto a extralonga chega a 5,37 m. É possível acomodar uma carga útil de 1.073 kg e um volume máximo de carga de 6,6 m³. A instalação da bateria embaixo do veículo contribui para o uso irrestrito da totalidade do espaço interno e o PBT do veículo é de 3.200 kg.

“Estamos convencidos da necessidade da propulsão elétrica em nossos veículos comerciais leves, especialmente nas aplicações urbanas”, diz Volker Mornhinweg, CEO da Mercedes-Benz Vans, que garante que os esforços da marca alemã não se resumem ao motor elétrico. “Somente soluções completas de mobilidade, que vão além da propulsão, apresentam uma alternativa real para os clientes. O ‘eVito’ é o começo e será seguido pela nova geração da Sprinter”, adianta. De acordo com a fabricante, o preço da van – a partir de 40 mil euros, ou seja, cerca de R$ 152 mil – se mostra convidativo em função dos gastos menores com manutenção e energia, além da economia em impostos nas regiões que incentivam o uso de motores elétricos.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Salão do Carro conteúdo

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