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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

GM confirma lançamento do elétrico Bolt no Brasil

A eletrificação virou um mantra entre os executivos da General Motors, e o Brasil está definitivamente nos planos da montadora. 

Em conversa com jornalistas brasileiros no Salão de Detroit, Carlos Zarlenga, presidente da GM no Mercosul, confirmou que a empresa vai mesmo lançar o hatch elétrico Chevrolet Bolt no Brasil.
O desembarque será em 2019, quando projeta-se o início das vendas em concessionárias.“O Bolt é realmente nossa bandeira, e o Brasil e a Argentina são mercados muito importantes, é o melhor veículo que temos para isso. O Volt não está descartado, mas o foco principal no momento para o Brasil está no Bolt. Queremos ser líderes neste processo de eletrificação veicular”, afirmou o executivo.

O hatch já está prometido faz algum tempo, uma vez que foi exibido no Salão de São Paulo de 2016. A diferença é que agora é para valer. “O Bolt é uma prova clara de que a eletrificação chegou. É possível ter um carro elétrico que cumpre a necessidade diária. Não é um projeto de ciências, algo experimental. Fiquei um mês rodando com o modelo em São Paulo e funciona. A eletrificação não é inalcançável, e não terá o preço de um Camaro, garantiu o executivo.

Contudo, Zarlenga deixou claro que a montadora aguarda uma definição sobre o Rota 2030, novo programa governamental para a indústria automobilística, cujo anúncio estava prometido para o fim de 2017, mas acabou adiado. A pauta segue indefinida em Brasília, e as montadoras aguardam o posicionamento do governo para anunciar estratégias e investimentos. Dentre os tópicos está a questão sobre incentivos fiscais aos carros híbridos e elétricos. 

“Tivemos uma desaceleração do processo, mas é importante continuar a conversa. Estamos falando dos planos dos próximos dez anos, que tipo de produto vamos privilegiar, e não podemos deixar essa conversa parada. Tem muitos atores na negociação, é complexo, e por isso às vezes as demoras acontecem. A discussão é sempre sobre emissões e estrutura fiscal em relação aos investimentos. Há visões diferentes entre as empresas. A GM não está abrindo esses detalhes”, resume Zarlenga.

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Publicado no Verdesobrerodas



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