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domingo, 10 de dezembro de 2017

Uruguai deverá ter fábrica chinesa de carros elétricos

A Lifan Motors quer fabricar carros elétricos no Uruguai. A montadora chinesa está em negociação com o governo local, que pretende implementar um programa nacional para estímulo ao carro elétrico, compreendendo a instalação de eletropostos no eixo Colônia de Sacramento-Montevidéu-Punta Del Este.

Além disso, o governo uruguaio quer substituir parte de frota de táxis do país por carros elétricos, assim como da frota usada pelo governo e polícia local.
O país espera implementar essas iniciativas em seu território, mas da mesma forma, espera também que a Lifan amplie a produção de veículos na região com o acréscimo dos carros movidos por energia elétrica.

No entanto, a Lifan não quer apenas produzir carros elétricos para abastecer o Uruguai. O plano da empresa é exportar para toda a América Latina e não espera depender unicamente do Brasil, onde a montadora apostou suas fichas no crescimento do mercado brasileiro, após a saída do grupo uruguaio Effa, mas viu a crise se intensificar e dificultar suas operações por aqui.

Em 2012, a Lifan investiu US$ 55 milhões na atual fábrica de San Jose, de onde saem os modelos X60, Foison e 530. Atualmente a planta tem capacidade para produzir 20 mil carros por ano em dois turnos, empregando no momento 440 funcionários. De janeiro a novembro, a marca chinesa vendeu no Brasil 2.859 unidades, sendo 1.927 do X60, 589 exemplares do 530 – que vendeu mais que Ford New Fiesta e JAC J3 Turin – e 343 do Foison.

Com o fim do IPI majorado de 30% e das cotas de importação, a Lifan espera voltar a vender bem no Brasil e o Uruguai continuará servindo de apoio para sua estratégia para os próximos anos, começando por 2018, quando chegam os modelos X70 e X80, ambos utilitários esportivos com cinco e sete lugares, respectivamente.

A proposta da Lifan não é apenas montar os veículos elétricos no Uruguai, mas localizar também a produção de baterias e módulos eletrônicos, reduzindo assim a necessidade de importação da China e aumentando consequentemente o percentual de componentes nacionais, o que ajuda a reduzir possíveis tarifas ou barreiras por conta do índice de nacionalização.

E o que a Lifan tem de carro elétrico na China? A gama é composta por quatro modelos, sendo que o menor e mais barato deles é o 100E2, um minicarro de dois lugares semelhante ao também chinês modelo e.coTech2. De baixa velocidade (45 km/h), ele tem autonomia de até 160 km.

Com a mesma performance, a picape leve C3 tem capacidade para 300 kg de carga e 120 km. Outro produto é o 330E, que é o antigo Lifan 320, um genérico do MINI Cooper. Se você lembra dele, então lembrará do 620, que também tem versão elétrica. O clone elétrico do Corolla tem autonomia de até 170 km. Por ora, a Lifan não lançou nenhum crossover elétrico, que é a ambição de quase todos os fabricantes de veículos no momento.

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Publicado no Verdesobrerodas



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