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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Suzuki Swift vem equipado com SHVS

Leve, ágil, divertido de conduzir e com um motor enérgico, temperado por um dispositivo híbrido para moderar consumos, o novo Suzuki Swift é um das melhores escolhas do seu segmento.

O Suzuki Swift é um verdadeiro underdog no campeonato dos citadinos. Como qualquer underdog que se preze, os seus maiores trunfos estão na manga e não na mesa de jogo.

Lançado em 2005, o Swift vendeu na Europa mais de um milhão de unidades e agora que é hora de uma renovação profunda, as ambições são também renovadas.

A condução, que já era um ponto forte da anterior geração, é o ás de trunfo escondido na manga de uma nova carroceria, que apresenta uma evolução no design, mais do que propriamente uma revolução. É ao volante e em ritmo mais acelerado que é possível descobrir um temperamento com toque desportivo, que não abdica da facilidade de condução, necessária para as voltinhas da cidade. 

Trata-se de um carro muito sensitivo e divertido de conduzir graças a um chassis muito equilibrado, a uma agilidade surpreendente e a um comportamento dinâmico capaz de ombrear com modelos com outra vocação mais atlética. Em cidade ou em piso mais irregular são notórias vibrações e solavancos, o que prejudica o nível do conforto do Swift, mas o compromisso é bom, com sinal mais na agilidade e comportamento.

Penso que a quintessência deste comportamento está na nova plataforma “Heartect”, partilhada com o Baleno e que se distingue pela sua flexibilidade e rigidez, mas sobretudo pela sua maior distância entre eixos e pelo seu baixo peso. Basta dizer que das versões comercializadas em Portugal, o Swift mais leve pesa apenas 890 quilogramas, o que é um valor extraordinário para um automóvel com estas características. 
O baixo peso retira responsabilidade ao motor e beneficia os consumos e as prestações. É por isso que com o motor 1.0 litros de 111 Cv, conjugado com uma caixa manual de cinco velocidades, o Swift anuncia consumos de 4,3 l/100 km (que na realidade nunca baixam dos 5 l/100 km). 

A juntar a isto há um dispositivo que a Suzuki chama SHVS (acrônimo de Smart Hybrid Vehicle by Suzuki), que basicamente transforma o Swift numa espécie de híbrido. Um pequeno motor elétrico é o “asa” do motor a combustão para o ajudar nos arranques, atuando também como gerador cuja carga se regenera em andamento com a energia gerada pelas desacelerações e travagens. Acredito que com uma utilização mais correta em cidade, este dispositivo possa implicar poupanças interessantes, mas em estrada e andamento normal, elas são quase imperceptíveis.


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Publicado no Verdesobrerodas



Por Motor 24 conteúdo

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