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sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Montadoras investem em veículos elétricos

Mesmo sem incentivos fiscais, que agora dificilmente existirão no atual governo, as montadoras estão tomando por conta própria investimentos em veículos elétricos. 

Não só no segmento de automóveis e comerciais leves, mas também em ônibus e caminhões. A MAN recentemente apresentou o e-Delivery, caminhão leve e elétrico da Volkswagen.

Embora ainda não esteja no mercado, a MAN Latin America espera iniciar a produção de caminhões elétricos no país a partir de 2020, mas a gama de produtos não ficará limitada ao modelo apresentado. Toda a linha urbana da Volkswagen será eletrificada. Não se trata de excluir o motor diesel, mas todas as versões terão opção movida por eletricidade, abrangendo um PBT que vai de 3,5 a 13 toneladas.

Para a empresa, não será problema a produção do e-Delivery em 2020. Na verdade, poucas modificações são necessárias para adaptação do veículo, sendo que basicamente trocam-se o motor diesel pelo elétrico e o tanque de combustível pelas baterias de lítio. Também não é preciso modificar a linha de produção em Resende-RJ, que já pode fazer um tipo de caminhão diferente do outro na mesma linha, revelando enorme versatilidade nas operações.

Com foco em entregas urbanas, o e-Delivery tem autonomia de 200 km, suficiente para a proposta de VUC ou atuação no meio urbano. O protótipo divulgado tem PBT de 11 toneladas, que não tem dificuldades com o peso das baterias. No entanto, o projeto da MAN de alcançar a faixa de 3,5 toneladas será desafiador por conta dessa relação de peso. 

Para os operadores, um fator importante será o preço de aquisição, mas a empresa diz que não chegará a 50% em relação ao equivalente diesel. Para a MAN, o caminhão elétrico precisa se pagar, pois caso contrário o cliente não vai apostar na ideia. Embora sem mencionar o tempo de retorno, a montadora diz estar trabalhando com fornecedores nacionais para reduzir os custos. O próprio desenvolvimento do e-Delivery demandou parceiros brasileiros para que o projeto tivesse um custo viável. O motor elétrico é da catarinense WEG. O conjunto motriz será feito pela Eletra, também do mesmo estado.

No entanto, as baterias de lítio serão importadas da chinesa Winston. A MAN lamenta não ter uma empresa brasileira para dispor das células, mas reconhece que o fornecedor asiático possui o que há de melhor lá fora. Então, inicialmente, a parte mais importante de um veículo elétrico virá do exterior, embora com um custo mais acessível do que se fosse importada da Coreia do Sul ou qualquer outro lugar.

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Publicado no Verdesobrerodas



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