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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Toyota aposta no Hybrid Flex para o Brasil

Com colaboração de duas universidades públicas do Brasil, a . O movimento da montadora japonesa é importante para buscar o caminho esperado para o segmento de carros ecológicos no país. De acordo com engenheiros e especialistas na área, ouvidos pelo site UOL, a eletrificação por aqui começará pelos híbridos comuns equipados com motores que possam ser abastecidos com etanol.

O motivo é bem simples. Como há falta de infraestrutura no Brasil e o etanol é uma das matrizes energéticas nacionais que movem grande parte de frota automotiva do país, a eletrificação a partir desse tipo de automóvel é algo mais viável e rápido de se fazer. Além disso, o uso do etanol no lugar da gasolina confere ao híbrido a capacidade de alcançar baixíssimo nível de emissão de poluentes em comparação com o derivado de petróleo.

Esse meio caminho, que é apoiado também pelo governo federal, está sendo trilhado pela Toyota, que fez uma parceria com a USP (Universidade de São Paulo) e UNB (Universidade de Brasília). Os testes com o uso de etanol no motor Atkinson 1.8 VVT-i de 99 cv e 14,5 kgfm, usado pelo híbrido nipônico já começaram e as duas instituições de ensino ajudarão na adaptação do combustível vegetal ao propulsor, originalmente projetado para usar gasolina.

Ricardo Bastos, diretor de relações públicas e governamentais da Toyota do Brasil, diz: “Com o Prius flex, teremos uma das melhores combinações possíveis, oferecendo grande autonomia e baixas emissões com um combustível proveniente de matriz energética limpa e renovável, que é a cana-de-açúcar”.

Com apoio das duas universidades, a engenharia local da Toyota iniciou o desenvolvimento da tecnologia em unidades fabricadas no Japão. Em breve, até dois exemplares do Prius deverão começar a rodar com o combustível no país. Dessa forma, quando se alcançar a calibração ideal, o híbrido já poderá utiliza-la de forma comercial, mas isso não ocorrerá de forma imediata, pois a primazia do “Hybrid Flex” deverá ser de outro carro.

Antes disso, o Prius Flex passará por pelo menos um ano de validação do uso do etanol e depois pelo processo de homologação junto ao Inmetro, então apenas em meados de 2019 é que a tecnologia já estará certificada para uso no mercado. No caso desse outro carro, uma possibilidade que a Toyota já sinalizou, o crossover C-HR Hybrid surge como uma importante alternativa, que chegaria como destaque ampliado ao usar o etanol.

No entanto, a próxima geração do Corolla também usará a mesma plataforma modular TNGA e pode chegar com uma versão híbrida flex, como aposta o site. Nesse caso, o uso do motor 1.8 VVT-i seria interessante não só do ponto de vista comercial, pois já equipa Prius e C-HR, mas também pelo fato do volume, podendo assim ser feito em Porto Feliz-SP, onde a fábrica de motores recebeu investimentos para aumentar a produção para um novo carro em 2019.

Na gama global da Toyota, no entanto, existe um vácuo de tamanho entre o motor do Prius e o 2.5 VVT-i usado pelo Toyota SAI, que é essencialmente um Corolla aparentado com o Lexus HS250h. Ou seja, um motor 2.0 Atkinson intermediário e com potência maior, suficiente para dar ao best seller uma performance igual ao modelo convencional, poderia até mesmo substituir o atual 2.0 e fazer do modelo, o primeiro carro nacional totalmente oferecido como propulsão híbrida flexível. Lá fora, rumores dizem que essa nova geração será 100% híbrida.

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Publicado no Verdesobrerodas



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