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domingo, 15 de outubro de 2017

Reino Unido investirá bilhão de libras em carros elétricos

O governo britânico anunciou um bilhão de libras para acelerar o processo de introdução de carros elétricos e híbridos no cenário nacional. 

O objetivo é reduzir as emissões de CO2 dos automóveis num programa que envolve um corte mais amplo nas emissões nacionais, envolvendo o gasto de 2,5 bilhões de libras. 

As áreas de pesquisa e desenvolvimento, bem como ciência serão priorizados para aumentar a eficiência energética dos carros e buscar fontes alternativas de energia.

Dessas áreas, a inovação tecnológica receberá 900 milhões de libras, enquanto 177 milhões serão gastos em pesquisas de novas fontes de energia, como as lâminas das turbinas de parque eólicos. A energia nuclear receberá 460 milhões, enquanto o uso racional e inteligente de energia terá 265 milhões. No entanto, Londres não deu detalhes de como usará o um bilhão de libras no setor automotivo.

O que se sabe é que os carros elétricos serão prioridade em relação aos híbridos. O governo britânico já estipulou como meta o fim das vendas de carros a gasolina ou diesel em 2040. O Reino Unido quer cortar em 80% as emissões de poluentes em 2050, mas em relação aos níveis de 1990. Pelos últimos dados, o país está no caminho certo, tendo já reduzido a poluição em 42% no fim de 2016.


Como tributação, o país estuda cobrar uma taxa pelo dióxido de carbono e espera-se que mantenha um padrão semelhante ao da UE quando sair do bloco. O valor por g ou kg de CO2 ainda não foi estipulado, mas deve acontecer em breve. Isso servirá como incentivo para que as empresas e fabricantes de veículos cortem mais a poluição. Um dos projetos mais ambiciosos é a captura, armazenamento e utilização de dióxido de carbono no subsolo (CCS). Serão aplicadas 100 milhões de libras apenas nessa tecnologia.

O problema é que o governo concordou em 168 milhões de libras em dois projetos fracassados para captura e armazenamento de CO2. Para obter energia alternativa, o Reino Unido terá de construir plantas de produção de combustível sintético para utilização desse dióxido de carbono, importante no processo químico que pode entregar gasolina, diesel e querosene ecológicos, que cortam muito as emissões de poluentes.

Além disso, para mover os elétricos, a Grã-Bretanha tem como meta fechar todas as usinas termelétricas a carvão até 2025. Mas, estas só permanecerão na ativa se estivarem equipadas com a CCS. Para ajudar no processo de obtenção de outras fontes de energia, o governo liberou 557 milhões de libras com essa intenção. Londres estima que a economia baseada no baixo carbono deverá crescer 11% até 2030.

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Publicado no Verdesobrerodas



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