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quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Renault aposta na mobilidade elétrica, conetividade e autônoma

O futuro da indústria automóvel avança a alta velocidade, assente em três tendências (ou pilares): mobilidade elétrica, conetividade avançada e condução autônoma. É o caso da Renault, que trabalha de forma intensa nestes três domínios para a apresentação de um futuro modelo ou protótipo.

O projeto de desenvolvimento está a ser realizado através de três “mulas” (protótipos), cada uma para os engenheiros testarem recursos específicos e, eventualmente, combinarem os resultados num único protótipo mais avançado, numa fase posterior. 

As “mulas” são simultaneamente sujeitas a exigentes testes mecânicos e digitais, pelos engenheiros, para antecipar e prevenir qualquer ocorrência do veículo antes dele ir para a estrada. Mas se todos utilizam tecnologia de ponta, como radares de longo alcance, sensores de ultra som ou câmaras de monotorização, cada “mula” tem um objetivo específico.

O primeiro é o “Ghost Rider”. O “Mule 0” tem por base a Espace e é utilizado para o desenvolvimento da condução autônoma. Pode acomodar até cinco pessoas, tendo a maior parte das soluções de hardware, que o ajudarão a guiar-se por si mesmo, instaladas na bagageira. Já tem sido usado pela Renault em testes de estrada, em condições reais, mas também passa boa parte do seu tempo ao serviço de simulações digitais.

Segue-se o “Road Runner”, um veículo  cem por cento elétrico, pensado para o otimizar o desenvolvimento da propulsão elétrica e a forma como o motor elétrico se adequá à carroçaria e como todo o conjunto estabelece a ligação ao solo.

Podendo acomodar até duas pessoas (os bancos traseiros foram substituídos por equipamentos eletrônicos de teste), é baseado num chassis do Talisman, com motor elétrico situado na parte traseira e adaptado com um piso plano.

Este “laboratório ambulante” é utilizado para testar e afinar todo o tipo elementos do chassis para futuros modelos, podendo estar focalizado em áreas específicas como o conforto, a estabilidade, a travagem, a direcionabilidade ou a acústica da transmissão.

Finalmente, o “Mad Max”, a terceira mula de testes. Na prática, este veículo tem muitas semelhanças com o Talisman que serve de “Mule 1”, mas dispõe de um sistema de condução totalmente autônomo que equipará o futuro protótipo que será mais tarde apresentado. Na prática, trata-se de uma mistura das “mulas” “Ghost Rider” e “Road Runner”, mas com algumas melhorias aplicadas.

Equipado com avançados sensores e câmaras, permite testar os futuros Renault elétricos em situações de condução autônoma, integrando equipamentos eletrônicos de reduzidas dimensões (quatro vezes menores do que os utilizados na “Mula 0”!), graças à utilização de novos softwares, computadores e processadores, e contemplando, simultaneamente, múltiplos sistemas de segurança.

Para além da integração de sensores, este é o melhor veículo-laboratório da Renault para testar toda a interatividade entre todo o tipo de sistemas aplicados num automóvel, esperando-se que, muito brevemente, possa rodar em estrada aberta com o intuito de ajustar e “afinar” às necessidades a estratégia global da marca em termos de condução autônoma.

No vídeo abaixo é possível ver o desenvolvimento destes três protótipos. Se olharmos atentamente para as imagens é possível ver ainda aquilo que parece ser o primeiro painel de instrumentos virtual da Renault.

VerdeSobreRodas, o ponto de encontro com a mobilidade sustentável

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Publicado no Verdesobrerodas



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