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sábado, 19 de agosto de 2017

Carros elétricos estão ganhando cada vez mais espaço

Os carros elétricos e híbridos estão ganhando cada vez mais espaço nos mercados pelo mundo a fora. 

Tido como o futuro do automóvel, especialmente no caso do primeiro, estas alternativas ao carro comum começam a ganhar apoio governamental não só nos mercados consolidados, que geralmente antecipam as tendências mundiais em vários setores.

A Colômbia, por exemplo, passa a ser mais um dos países que dão incentivos para elétricos e híbridos através do decreto 1.116 do Ministério de Comércio, Indústria e Turismo do país. Pelo texto, o governo determina imposto de importação 0% para carros elétricos e de 5% para carros híbridos.

O benefício será dado para a importação de veículos ecológicos, que ocorrerá inicialmente em lotes anuais até 2027. Assim, 1,5 mil elétrico e mais 1,5 mil híbridos poderão ser importados pela nova regra até 2019. Deste ano até 2022, as cotas sobem para 2,3 mil unidades de cada segmento citado acima. Por fim, até 2027, o lote anual será de 3 mil para cada tipo de veículo.

De acordo com a Associação Colombiana de Veículos Automotores (Andemos), as marcas precisam acelerar a importação desses tipos de carros, a fim de que o processo de adoção dessas tecnologias seja reforçado no país. Mas, os dois segmentos não têm apenas incentivos sobre o imposto de importação. O IVA – imposto único sobre os veículos automotores – é de apenas 5% para elétricos e híbridos.

Para a Andemos, os novos benefícios ajudam a Colômbia à reduzir o impacto da poluição veicular gerada por uma frota de 2,6 milhões de veículos com mais de 20 anos, que continuam circulando pelo país andino. Atualmente, essa frota emite 18 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

O impacto disso na saúde humana é elevado Colômbia, onde foram registrados 59 milhões de casos de doenças associadas com a poluição veicular só em 2014. Destes, 8,6 milhões de pessoas morreram em decorrência de problemas respiratórios. O governo calculou em 5,7 bilhões de pesos a contaminação urbana, sendo que quatro anos depois, o montante já era de 12 bilhões de pesos. Ou seja, respectivamente representaram 1,12% e 1,59% do PIB colombiano, indicando que a poluição está aumentando e os custos as vítimas ficando cada vez maior.

Aqui no Brasil, a importação de países com acordo comerciais mais antigos, tais como México, Argentina, Uruguai e Paraguai, está isenta de imposto de importação. De outras origens, o governo cobra de 2% a 7% dos elétricos e híbridos importados. No caso do IPI, que impacta direto nos preços, os dois tipos de veículo pagam 25%, sem contar outras taxas federais, estaduais e municipais.

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Publicado no Verdesobrerodas 
Por Noticias Automotivas conteúdo

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