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terça-feira, 22 de agosto de 2017

96% recomendariam o elétrico Leaf

Não é novidade absoluta e, na verdade, nem é sequer uma novidade. É apenas a forma que encontrei para revisitar um carro que não impressionando como um Tesla, custa uma fração do americano e permite fazer a nossa vida quotidiana sem problemas. Pode não ser tão barato como o Renault Zoe e a autonomia não chega à do modelo francês. Mas o Leaf é um verdadeiro familiar que deixa o mais exigente satisfeito.

Sabia que a eletricidade nos carros é algo quase tão velha como a criação do automóvel e no caso da Nissan, tudo começou em 1947? Não foi por isso que a Nissan abraçou a causa da proteção dos ursos polares, das árvores do paraíso e dos senhores das organizações ambientais que, de outra forma, ficam a falar sozinhos. Não, o Leaf é fruto do espírito aguçado de Carlos Ghosn que antecipou uma tendência que, na época, lhe custou muita chacota e olhar de soslaio. Hoje é assumida por quase todos e o Leaf deixou de ser uma anedota para assumir o papel de pai dos elétricos modernos. A persistência pagou dividendos.

Assim de repente, este parece o mesmo Leaf de sempre, verdade? E tem toda a razão, pelo menos no que pode ser visto por fora e por dentro pois ficou tudo, praticamente, na mesma. A grande diferença está na bateria que passa a ter 30 kWh de capacidade. Pronto, aqui está a grande novidade deste Leaf.

Pode parecer pouco, mas sabe quantos Leaf é que já foram vendidos no mundo? Assim com este aspeto meio futurista, meio estranho? Já são mais de 200 mil unidades, sendo o líder mundial por larga margem! E olhe que os donos dos Leaf são fieis, pois o modelo elétrico da Nissan tem o maior valor de satisfação de cliente de toda a gama da marca japonesa: 92% dos utilizadores estão muito satisfeitos e 96% recomendariam o Leaf! Ah pois é… E, depois, o Leaf já cumpriu mais de 1800 milhões de quilômetros sem avarias anormais.

Com tamanho e posicionamento igual, a bateria recebeu atualização na arrumação interna e na química, com o recurso a um cátodo de alta capacidade melhora o desempenho, ajudado pela alteração da disposição das células no interior do bloco de baterias. Assim, a potencia subiu de 24 para os 30 kWh e a autonomia esticou-se até aos 250 quilômetros, embora até os técnicos da Nissan acreditem que, no mundo real, estejamos a falar de cifras próximas dos 200 km de autonomia.
E a confiança da Nissan nesta nova bateria – que adiciona, apenas, 21 quilogramas de peso – é tanta que a garantia da mesma passou para 8 anos ou 160 mil quilômetros! E se tiver perto de si um carregador rápido, bastam 30 minutos para carregar a bateria. Atraente, verdade?

E se acrescentar o fato dos utilizadores de modelos do segmento C não fazerem mais de 50 quilômetros diários e que poucos são os que vão alem dos 160 quilômetros diários? Ou seja, o carro elétrico não é uma idiotice e o anterior Leaf já satisfazia a maioria das necessidades.
  
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Postagem96% recomendariam o elétrico Leaf

Publicado no Verdesobrerodas



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