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domingo, 9 de julho de 2017

Relatório aponta que VEs terão 54% de penetração de mercado

A Bloomberg New Energy Finance previu há um ano que as vendas de carros elétricos leves representaria 35% do mercado mundial em 2040. No entanto, essa previsão já caiu por terra. Agora, revisando os números, a instituição financeira ligada ao setor energético aponta para nada menos que 54% dos emplacamentos globais.

Isso significa uma diferença para cima de 19% em apenas 12 meses. Com o rápido desenvolvimento de baterias mais potentes, produtos com preços menores e investimentos pedados na indústria que converter parte da gama de modelos convencionais em elétricos, têm feito as projeções futuras defasadas em pouco tempo.

Com mais da metade das vendas de carros novos em veículos equipados com baterias, o mercado mundial verá um corte no consumo de petróleo de 8 milhões de barris/dia, mas com um aumento na demanda de eletricidade de 5%.
A previsão da BNEF é que o ponto de inflexão do mercado mundial ocorrerá no fim da próxima década, com forte aceleração entre 2025 e 2029.

Nesse período, o preço médio dos carros elétricos será equivalente ou inferior ao do carro comum. Até a primeira metade da década de 2020, os carros elétricos não terão um crescimento expressivo nas vendas, pulando de 700 mil em 2017 para 3 milhões em 2021. O custo de propriedade também cairá bastante nos próximos anos, sendo inferior ao de um carro a gasolina ou diesel. A queda nos preços do kWh, que caíram 73% desde 2010, serão reduzidos em 70% até 2030.

Para 2040, a previsão é de que 67% das vendas na Europa sejam de carros elétricos, enquanto os EUA responderão por 58% de suas vendas internas e a China com “apenas” 51%. Noruega, França e Reino Unido estarão entre os líderes, mas a Índia deve assumir a ponta por tornar as vendas de carros elétricos obrigatória no país, extinguindo todas as demais opções. Provavelmente não passará a China em volume, mas terá 100% do mercado dominado pelo segmento.

Já em relação ao carro autônomo, o crescimento será limitado na próxima década, crescendo de forma expressiva apenas a partir de 2030 e alcançando 80% da frota a bordo de carros elétricos em 2040. O motivo será o corte expressivo nos custos operacionais.

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Publicado no Verdesobrerodas



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