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sexta-feira, 21 de julho de 2017

Para Renault carro elétrico será considerado convencional

Líder de vendas e carros elétricos na Europa, a Renault visualiza que o segmento será considerado convencional, como os carros com motor a combustão, em pouco tempo. A empresa atuou desde o início com um projeto que envolve o mercado de base da Europa e não segmentos superiores.

Assim, com o compacto Zoe  e o aluguel de baterias, a marca francesa reduziu o custo de aquisição e utilização do produto.
Essa estratégia, no entanto, não deu tão certo no começo, visto que operava praticamente sozinha no mercado, onde não existia uma estrutura e mesmo uma cultura para a novidade. Hoje, a Renault diz que a entrada de rivais no mercado será benéfica.

Com alta de 60% nos pedidos e 40% nas vendas, o Renault Zoe ZE40 garantiu um novo salto para o compacto, mas com 300 km de autonomia real e 400 km no NEDC, o elétrico ainda é considerado como um segundo carro. A marca diz que o modelo de negócio com aluguel de bateria para 7.500 km é o preferido por 80% dos clientes. Por conta disso, a empresa não vê mudanças mais adiante, nem mesmo nos usados, que não receberão upgrade para mais autonomia como forma de manter o custo baixo e incentivar o novo.

No entanto, devido ao aumento da oferta de peças, componentes e tecnologias para os carros elétricos, o Zoe e outros do segmento não precisarão mais de incentivos fiscais mais adiante. A montadora diz não defender os incentivos como algo regular, apontando que o custo sobre os carros com motores a gasolina ou diesel aumentará bastante por conta de normas ambientais mais rígidas, assim como os impostos. Enquanto isso, os incentivos fiscais para elétricos serão reduzidos gradualmente em boa parte dos mercados.

Para 2017, a Renault prevê um salto de 30% nas vendas de carros elétricos de modo geral na Europa e garante que ganhará ainda mais espaço no mercado. A empresa tem focado no treinamento da rede para vender carros “ZE” e promete um quadro 100% até o final do ano. Antes, nem mesmo os vendedores sabiam como vender um Zoe, agora demostram até os apps para localização de pontos de recarga e pagamento de energia.

Além disso, a Renault fala que seus carros elétricos apresentam baixa manutenção e confiabilidade, sem grandes falhas que possam deixar o cliente na rua. Com este cenário, a montadora projeta um custo total de propriedade do Zoe equivalente ao de um compacto comum de seu segmento, no começo de 2020. Ou seja, o elétrico passará a ser um carro convencional como qualquer outro movido por combustível.

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Publicado no Verdesobrerodas



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