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domingo, 23 de julho de 2017

Navya quer vender 450 miniônibus autônomos elétricos

A francesa Navya Technologies, que produz miniônibus autônomos, que circulam sem motorista, anunciou nesta semana que pretende comercializar até o final de 2018, 450 veículos deste tipo.

A planta em Lyon, na França, já produziu em torno de 50 miniônibus para serem demonstrados em aeroportos como Heathrow, em Londres, e no distrito empresarial de Paris de La Defense, onde estão escritórios de grandes empresas de atuação mundial.

Na Universidade de Michigan já circulam alguns minônibus da marca para transportes dentro do campus. A Navya é integrante de um investimento de US$ 1 milhão para começar a montagem dos veículos elétricos com bateria numa planta em Saline, Michigan, nos EUA.

Em entrevista à Bloomberg International, o CEO da Navya, Christophe Sapet, disse que a empresa vai tentar se antecipar aos concorrentes: “O mundo todo está se posicionando nesse mercado — fabricantes de autopeças, cidades, governo, mas ninguém tem uma visão clara de como será a direção autônoma … É claro que disputaremos ombro a ombro com Uber, Mercedes e outros, mas seremos mais rápidos. ” Além da Navya, estão de olho no mercado de veículos autônomos empresas como Google, HERE.

A Easymile, empresa apoiada pela fabricante de trens Alstom, e a Local Motors, com sede nos EUA, também está no mercado de miniônibus. Por enquanto, estes veículos que combinam sensores, GPS, câmeras sensíveis ao calor, radares de luz, para identificar pessoas, animais, outros carros e obstáculos, estão sendo indicados para trajetos com baixa velocidade em circuitos fechados. Para serem utilizados como complementares ao transporte público de massa, como metrô e corredores de ônibus, estes pequenos coletivos ainda precisam de mais testes e ganhar confiabilidade.
Em junho, o Diário do Transporte acompanhou com exclusividade um fórum realizado em São Paulo pela UITP – União Internacional de Transportes Públicos para a América Latina que trouxe os principais assuntos apresentados no Congresso Mundial de Mobilidade Urbana da UITP, que ocorreu em Montreal, no Canadá. Uma das tendências apontadas para mobilidade foi justamente a automação dos veículos, começando pelos transportes públicos, mas ainda há um longo caminho a percorrer, acreditam os especialistas que participaram do Congresso. 

Inicialmente a maior parte das operações desses veículos deve ser assistida, para depois a autonomia ser parcial, passando para alta, depois plena, onde ainda há interferência humana, até chegar o estágio de driverlees, com quase nenhuma participação humana no funcionamento do sistema.

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Publicado no Verdesobrerodas



Por Adamo Bazani conteúdo

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