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terça-feira, 6 de junho de 2017

Citydrive terá 400 carros elétricos compartilhados em Portugal

Lisboa e Porto vão contar até final do próximo ano com, ao todo, 400 carros elétricos para partilhar: 200 por cada cidade. O serviço será prestado pela empresa de car sharing Citydrive, que vai juntar estes veículos à atual frota de 40 carros com motores de combustão intern.

Os automóveis sem emissões vão chegar em duas fases: já a partir deste mês na capital e a partir de setembro na invicta, graças a investimento de um milhão de euros na operação.
Mas o responsável de marketing, Nuno Cepêda, diz ao Dinheiro Vivo que o objetivo é mais ambicioso: “Queremos ser 100% verdes e ter apenas carros elétricos até final de 2018” refere.

Para já, os Nissan Leaf vão ser a primeira escolha. Serão carregados nos pontos de carregamento já espalhados pelas cidades. A empresa terá ainda locais para a manutenção dos veículos. Em Lisboa, os 200 carros elétricos vão chegar até ao final deste ano e no Porto o processo ficará completo até final de 2018. 

Saiba como conduzir um carro partilhado em Portugal A Citydrive ainda só está em Lisboa, onde conta com 40 carros a gasóleo e a gasolina, mas os elétricos vão permitir a expansão para o Porto, o que deverá permitir também preços mais competitivos: “Deverá haver diferença de preços sobre os carros a combustível”, que têm um custo de aluguel de 29 cêntimos por minuto. Antes de ter a frota 100% elétrica, a Citydrive vai comprar mais 30 a 40 carros a combustível e deverá estender o serviço também a Cascais e Oeiras. “Tem tudo a ver com o turismo e os locais, que têm feito muitos pedidos para ter lá zonas de atuação”, justifica Nuno Cepêda.

Graças ao conceito de car sharing, os carros podem ser deixados em qualquer ponto da cidade e podem ser utilizados por vários condutores ao longo do dia. Os veículos são reservados e abertos através de uma aplicação móvel e o aluguel inclui seguro, combustível (ou energia). Leia aqui: Shareacar: O seu carro pode servir para as férias dos turistas Em Lisboa há três zonas de serviço definidas pela empresa: na zona verde, as viagens não têm custos; na amarela, se após 12 horas do fim da viagem o carro estiver no mesmo local, o cliente paga 10 euros; e na azul, fora da cidade, o veículo pode circular, mas não é possível encerrar a viagem. Ou seja, o fim da viagem terá que ser sempre no perímetro da cidade. Para o Porto ainda não há limites definidos, mas a lógica será a mesma. 
A aposta elétrica da Citydrive também vai estender-se às motos. Está prevista para setembro a chegada das scooters elétricas a Lisboa e ao Porto e, sem adiantar preços, Nuno Cepêda promete uma “oferta competitiva”. Em Lisboa, já existe um serviço semelhante, da eCooltra, que tem 170 scooters elétricas para partilhar a 24 ou 29 cêntimos por minuto, conforme a franquia do seguro. Aqui, em caso de prejuízo, o utilizador tem de pagar 500 ou 99 euros, respetivamente). A Citydrive prevê ainda vir a alugar bicicletas elétricas, mas não tem data definida para lançar o serviço. 

Investimento suíço Criada em 2014, a Citydrive começou como uma empresa de software, a portuguesa Mobiag. Em 2016, foi comprada pelo grupo suíço Yo!Car e a Mobiag manteve-se como parceira de software. Depois desta operação, a Citydrive espera fechar o ano com lucros de 100 mil euros e receitas de 1,5 milhões. Com oito mil clientes registados, 25% são utilizadores ativos, que partilham carros sobretudo entre as 8h e as 12h e entre as 16h e as 20h.

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Publicado no Verdesobrerodas



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